Ricardo Velho assume papel na Seleção com orgulho: “Estou preparado para ajudar”
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Ricardo Velho assume papel na Seleção com orgulho: “Estou preparado para ajudar”

Guarda-redes do Gençlerbirligi mostrou-se totalmente disponível para contribuir no Mundial de 2026 e assumiu com orgulho o papel de quarto guardião da convocatória de Roberto Martínez.
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Ricardo Velho garantiu, esta terça-feira, estar a viver com “muita felicidade e muito orgulho” a integração no grupo da Seleção Nacional que prepara a participação no Campeonato do Mundo de 2026. Em conferência de imprensa, no segundo dia de estágio de Portugal na Cidade do Futebol, o guarda-redes assumiu, com naturalidade, o estatuto de quarto guardião da convocatória de Roberto Martínez, assegurando estar totalmente disponível para ajudar a equipa, independentemente do papel que venha a desempenhar.

O jogador do Gençlerbirligi afastou qualquer ideia de frustração relativamente à posição que ocupa entre as opções para a baliza portuguesa, sublinhando a qualidade do lote de guarda-redes presentes no estágio. “Não é uma posição ingrata, estou aqui com muita felicidade e muito orgulho. Temos três grandes guarda-redes, comigo podemos dizer que somos quatro”, afirmou, antes de acrescentar: “Espero, muito sinceramente, que eu não vá para o banco por alguma lesão. Não é uma posição ingrata, estou aqui com muito orgulho, é um grande voto de confiança que o mister me proporcionou”.

Na conferência de imprensa realizada na Cidade do Futebol, Ricardo Velho explicou que a principal motivação para aceitar este papel no grupo nacional passa pelo privilégio de representar Portugal num Campeonato do Mundo. “A motivação é representar o nosso país. Acho que não há motivação maior, para mim é um prazer estar aqui e poder ajudar seja em que função for”, destacou o guardião. “Quero ajudar no que for preciso, ajudar a equipa a ganhar e certamente vamos fazer um grande Campeonato do Mundo”, reforçou.

Questionado sobre a preparação mental para uma situação em que poderá não fazer parte das opções imediatas em competição, o internacional português relativizou o tema, enfatizando o simbolismo da convocatória. “Não há grande preparação, para mim é um prazer poder estar aqui. Seja em que função for, representar o nosso país num Campeonato do Mundo é o culminar de muito trabalho, é um sonho, não só meu e de toda a minha família, de todos os portugueses. Estou preparado para ajudar”, assegurou.

Ricardo Velho considerou ainda que esta presença junto da Seleção representa um sinal positivo relativamente ao percurso que tem vindo a construir. “O facto de quererem que eu esteja aqui é muito bom sinal, é sinal de que estou a fazer um bom trabalho. É continuar a cada dia a ajudar e trabalhar mais”, referiu, assumindo também a ambição de continuar ligado ao grupo no futuro: “Claro, o objetivo é continuar a estar presente na seleção, será sempre um bom indicador”.

Sobre as exigências de Roberto Martínez aos guarda-redes no momento de construção, o guardião explicou, ainda perante os jornalistas presentes no estágio da Seleção, que o selecionador privilegia a tomada de decisão ajustada ao contexto de cada jogo. “Pede para vermos as melhores soluções, cada jogo é um jogo. Temos sempre um plano bem definido e consoante isso vamos definindo dentro do campo”, explicou. “Pede para trabalharmos as coisas durante a semana e, consoante as nossas decisões dentro do campo, tentar tomar a melhor decisão.”

Apesar da exigência física acumulada ao longo da temporada, Ricardo Velho garantiu que a ambição de lutar pelo título mundial supera qualquer desgaste. “Sem dúvida, acho que podermos ganhar uma competição desta pelo nosso país é fantástico”, afirmou. “Sobre a sobrecarga, para representarmos o nosso país estamos sempre prontos e vamos dar o máximo para fazer um grande Mundial”.

O ambiente vivido no grupo foi outro dos temas abordados pelo guarda-redes na conferência de imprensa. Numa altura em que cresce a expectativa em torno das possibilidades de Portugal no Mundial de 2026, Ricardo Velho revelou existir um balneário confiante e unido. “Vamos lutar sempre pelo melhor, para dar o nosso máximo e ganhar todos os jogos. O grupo está unido, fantástico, sempre muito coeso e certamente vamos fazer um grande Mundial”, vincou.

Quanto ao futuro, depois de uma temporada na Turquia, o jogador preferiu adiar decisões. “Neste momento estou focado em ajudar a Seleção e certamente depois do Mundial se vai decidir essa situação e vão aparecer coisas boas. A seu tempo vai saber-se”, afirmou.

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