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Leia a revista de imprensa.Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. SNS sem possibilidade de cobrar a estrangeiros antes da alta e encomendas com nova taxa

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 22 de setembro.
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Num dia marcado pela notícia da morte do músico Jorge Palma, aos 76 ano, o Público destaca que o SNS não consegue cobrar urgências a estrangeiros antes da alta hospitalar. "A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) recomendou às unidades locais de saúde (ULS) que avaliassem a possibilidade de cobrar à entrada da urgência os cuidados prestados a estrangeiros não residentes no país. Mas a medida não é tecnicamente possível, respondeu a ULS de São José. Para o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares também faz pouco sentido, pois à entrada não é possível ter a noção de qual será o gasto final", escreve.

O Jornal de Notícias diz que mais de metade dos portugueses faz pelo menos uma viagem de férias por ano. Explica que o turismo dentro e fora de portas bateu recorde em 2015 e o setor antevê um 2026 ainda melhor.

No Correio da Manhã lê-se que 4,8 milhões de terrenos estão sem registo.

O Diário de Notícias destaca que os alojamentos locais em Lisboa caíram 40% em três anos mas as rendas não baixaram. Conta ainda que a Ordem dos Médicos propõe um Grupo de trabalho para resolver problemas nas urgências da Grande Lisboa.

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O Negócios traz uma entrevista a Leonor Beleza, que defende que "o país precisou, e precisa, de medidas difíceis". Avança ainda que depois dos 3 euros, encomendas fora da UE vão carregar nova taxa a partir de novembro. Nessa data, "o mais tardar", vai entrar em vigor uma taxa de tratamento para as mercadorias encomendadas diretamente a países de fora da União Europeia (UE) no âmbito da reforma aduaneira no âmbito da qual, desde 1 de julho, compras até 150 euros vindas de fora do bloco dos 27 deixaram de estar isentas de direitos aduaneiros e passam a carregar uma taxa de três euros por categoria de produto, escreve. 

No Eco lê-se que despesa com Função Pública já ‘pesa’ mais de 1,2 mil milhões de euros no Orçamento do Estado para 2027.

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