Revista de imprensa. Fusão do 1.º e 2.º ciclos e ebulição dos preços da energia em destaque
Os recentes anúncios fiscais do Governo continuam a ser destaque na imprensa nacional nesta quinta-feira, 10 de setembro. O Correio da Manhã destaca que a redução do IRS até ao 6.º escalão vai aumentar o rendimento líquido dos contribuintes nos últimos dois meses do ano.
No Jornal de Notícias, a manchete é sobre os pensionistas, que vão receber o novo bónus anunciado juntamente com as pensões de dezembro, mês em que também chega o subsídio de Natal à grande maioria dos reformados. O jornal explica que o suplemento extraordinário anunciado pelo Governo vai seguir o modelo dos dois anos anteriores, com valores de 100, 150 ou 200 euros, consoante o escalão da pensão auferida.
O Público traz a Educação em destaque, com uma entrevista com o ministro Fernando Alexandre a explicar que a fusão do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico vai avançar, fazendo com que os professores até ao 4.º ano deem menos horas de aulas.
O Diário de Notícias revela que a Câmara de Lisboa foi condenada a pagar 463 mil euros pelo Russiagate, o caso dos dados dos manifestantes ucranianos entregues à embaixada russa, durante o mandato do socialista Fernando Medina como presidente.
O Observador revela que a Polícia Judiciária cometeu um erro ao informar mal o Ministério da Justiça. O orçamento de 144 mil euros apresentado à PJ para a destruição de produtos químicos da Operação Pacoba transcende em muito os 62 bidões guardados no atrelado que foi parar à Construbarcelos e envolve centenas de bidões apreendidos somente neste processo.
O Jornal de Negócios chama a atenção para a nova ebulição dos preços da energia na Europa, com o petróleo de volta ao patamar dos três dígitos, a 100 dólares, e gás natural em máximos de 44 meses.
O tema também está na capa do Jornal Económico, mas neste a manchete vai para a agricultura, a alertar que a reserva agrícola de crise da União Europeia, que foi reforçada este ano com mais 300 milhões de euros, já está agora esgotada.
O Expresso arranca esta manhã com a notícia de que o Fundo Monetário Internacional (FMI) recuou, à última hora, na nomeação do académico Ricardo Reis para o cargo de economista-chefe, depois de comentários críticos do português sobre a política tarifária de Donald Trump.

