Revista de imprensa. Da criança colocada a 300 km de casa aos pedidos de mudança de sexo
O Público avança esta quarta-feira, 16 de setembro, que os pedidos de mudança de sexo dispararam com revisão da lei. Segundo o jornal, em Março e Abril, foram registadas 205 mudanças de sexo no registo civil, contra 71 nos mesmos meses de 2025. Entre menores de 18 anos, houve uma quebra de 9,7% no primeiro semestre.
O diário fala ainda do facto de haver famílias que ainda não sabem onde vão estudar os filhos. E dá destaque ao caso de Tomás, que tem vaga, mas não pode ir à escola porque o estabelecimento onde foi integrado administrativamente diz não ter os recursos para responder às suas necessidades. O caso está na Justiça.
A este propósito, o Correio da Manhã dá destaque ao caso de uma aluna de oito anos, com paralisia cerebral, que foi colocada a 300 quilómetros de casa e no ano errado: vive em Almada e está matriculada na Maia. A família queixa-se que não consegue fazer a transferência.
No Diário de Notícias, destaque para aquilo que dizem os especialistas acerca de turmas com 30 alunos, a solução encontrada pelo Ministério e escolas para conseguir colocação para todos os alunos. Conta ainda que os juros da dívida portguesa estão em máximos em clima de alerta mundial. duz que o Supremo volta a dar nega a grandes fundos do BES em disputa de 2,2 mil milhões contra o Banco de Portugal
O Jornal de Notícias destaca que a venda de livros atinge recorde dos últimos anos e que os jovens estão engre os maiores consumidores, segundo dados de um estudo da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). Apesar disso, diz, há margem para melhoria: menos livros estão a ser adquiridos por pessoa e 18% são "leitores que não compram", sobretudo por causa da pirataria de formato digital.
O Negócios realça a notícia de que lucros 20% acima da média vão obrigar a pagar contribuição sobre o setor petrolífero, com taxa de 33%.
O Jornal Económico diz que o Estado perdeu 118 milhões com jogo ilegal em 2025, enquanto o Eco diz que o dividendo “historicamente atrativo” foi “fator relevante” na reentrada do Estado na REN. Destaca ainda que o Supremo volta a dar nega a grandes fundos do BES em disputa de 2,2 mil milhões contra o Banco de Portugal.
