O secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, assegurou hoje que as perturbações no mercado petrolífero, devido ao conflito no Médio Oriente, são temporárias.“Os preços ainda não atingiram um nível suficientemente elevado para provocar uma queda significativa da procura”, apontou Wright, no Texas, na abertura da CERAWeek, a maior feira de energia do mundo.O governante garantiu ainda que o Governo de Donald Trump está a tomar “medidas pragmáticas” para aumentar a oferta disponível..O Governo português poderá recorrer a “medidas estruturais para aliviar o esforço das empresas e das famílias” caso o conflito no Médio Oriente se arraste, uma “situação muito preocupante”, disse hoje o chefe da diplomacia portuguesa.“Se houver uma solução para o conflito bastante rápida, penso que podemos acomodar facilmente o impacto negativo destas semanas e regressar a uma espécie de normalização. Se esse não for o caso, naturalmente teremos de tomar algumas medidas estruturais mais concretas para aliviar o esforço das empresas e das famílias”, afirmou hoje o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, numa conferência de imprensa em Lisboa com a homóloga islandesa, Porgerdur Katrín Gunnarsdóttir..Leia mais clicando em baixo:.Governo admite "medidas estruturais" para aliviar famílias e empresas se guerra continuar.Donald Trump afirmou que as negociações entre os Estados Unidos e o Irão estão centradas em 15 pontos para acabar com a guerra, com destaque para a renúncia do regime de Teerão ao seu programa de armas nucleares, o que, segundo o presidente norte-americano, corresponde aos pontos "um, dois e três".Aos jornalistas, disse que "estamos perante uma possibilidade real de chegar a um acordo", mas que nada estava garantido.A reabertura do estreito de Ormuz irá acontecer "muito em breve", caso as negociações continuem a um ritmo acelerado, disse Trump, citado pela CNN. Defendeu um controlo conjunto entre EUA e Irão da importante rota marítima e "uma forma muito séria de mudança de regime". .O presidente norte-americano voltou a afirmar que os EUA tiveram "conversas muito produtivas". "Temos pontos importantes de acordo", afirmou Donald Trump aos jornalistas, num aeroporto na Flórida, sobre as negociações com Teerão."Eles querem muito fechar um acordo. Nós também gostaríamos de fechar um acordo. Vamos reunir-nos hoje, provavelmente por telefone", adiantou o presidente dos Estados Unidos, dando conta que o enviado especial Steve Witkoff e o seu genro, Jared Kushner, conduziram as conversações com o Irão. Trump não referiu, no entanto, quem é que estava a negociar em nome do Irão com os EUA. Apenas disse que era um líder "respeitado" e que não se tratava do novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, que diz não saber se está vivo. Trump afirmou que foi o Irão a querer iniciar negociações, depois de ameaçar, no sábado, "obliterar" centrais de energia iranianas, caso Teerão não abrisse totalmente o estreito de Ormuz no prazo de 48 horas. "Amanhã de manhã, esperava-se que explodíssemos a sua maior central elétrica, cuja construção custou mais de 10 mil milhões de dólares (...). Porque é que eles iriam querer isso? Foram eles que ligaram, não fui eu", disse. "Tem de ser um bom acordo. E tem de ser o fim das guerras, o fim das armas nucleares. [O Irão] vai deixar de ter armas nucleares. Estão a concordar com isso", revelou.Se não for alcançado um acordo, "vamos continuar a bombardear com toda a força", prometeu Donald Trump.Afirmou ainda que o preço do petróleo vai cair a pique, assim que for fechado um acordo com o Irão. .Após anunciar conversações entre os EUA e o Irão, Donald Trump falou com a Fox Business e disse que Teerão quer muito chegar a um acordo, que pode acontecer dentro de cinco dias ou menos."Acabei de falar com o presidente Trump e ele disse-me que o Irão quer muito chegar a um acordo", disse Maria Bartiromo, da Fox Business. "As negociações têm estado em curso", terá dito o presidente dos Estados Unidos.Confrontado com a posição do Irão, que fez saber que não existiram conversações com Washington, o presidente dos Estados Unidos disse a Bartiromo que as negociações mais recentes ocorreram na noite de domingo, com a participação do enviado especial Steve Witkoff e de Jared Kushner. .O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão nega que tenham existido conversações com os Estados Unidos, contrariando o que foi hoje anunciado pelo presidente norte-americano, segundo avança a Associated Press, que cita o jornal estatal IRAN.De acordo com a publicação, "as declarações do presidente dos EUA fazem parte dos esforços para reduzir os preços da energia e ganhar tempo para implementar os seus planos militares". “Embora tenham existido iniciativas de países da região para reduzir as tensões, a resposta do Irão tem sido clara: não iniciou a guerra e todos os pedidos deste tipo devem ser dirigidos a Washington", adianta o jornal, referindo-se a declarações do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão..A Comissão Europeia pediu hoje que os países da União Europeia façam uma preparação “coordenada e atempada” para o inverno, dada a perturbação energética no Médio Oriente, quando o armazenamento está abaixo de 30%, sendo Portugal uma exceção.“Tendo em conta a volatilidade do mercado decorrente do conflito no Médio Oriente, a Comissão Europeia apela aos Estados-membros para iniciarem a época de enchimento de gás e os preparativos de forma coordenada e atempada para o próximo inverno”, indica o executivo comunitário em comunicado.De acordo com Bruxelas, “a segurança do abastecimento energético da UE mantém-se, nesta fase, protegida devido à dependência limitada de importações desta região e aos carregamentos de GNL [gás natural liquefeito] que atravessaram o Estreito de Ormuz antes do conflito”.“No entanto, preparações atempadas e coordenadas são fundamentais para garantir o reabastecimento adequado das reservas de gás para a próxima época de aquecimento, adaptando-se às circunstâncias do mercado e aplicando flexibilidades”, acrescenta a instituição.Dados disponibilizados na internet pela associação que representa operadores de infraestruturas de gás na Europa (Gas Infrastructure Europe) revelam que, no domingo (informação mais recente), as reservas de gás na União Europeia (UE) estão preenchidas a 28,48%.Portugal – que é um dos 18 países comunitários com armazenamento de gás – é exceção, já que tem as reservas mais elevadas da UE, numa percentagem de 82,37%.Lusa.Após Trump anunciar conversações "produtivas" com o Irão e a suspensão, por cinco dias, de ataques a infraestruturas energéticas iranianas, o petróleo Brent (referência europeia para o efeito) está a cair de forma agressiva, na ordem de 5% face ao início da sessão e perto de 7% face aos registos até às 11 horas desta segunda-feira, 23 de março. O barril rondava os 108 dólares antes do anúncio e recuou para menos de 100 dólares. Pelas 12 horas, ronda os 101 dólares.Leia mais aqui.Mercados financeiros animam após Trump anunciar "conversas produtivas" com o Irão. Petróleo cai 7%.Pouco depois de Trump anunciar conversações com o Irão, Israel lançou uma nova vaga de ataques aéreos contra Teerão, informou o exército israelita.As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram que os ataques aéreos têm como alvo a "infraestrutura do regime terrorista iraniano em Teerão", segundo o jornal Times of Israel..O Irão afirmou que o presidente dos Estados Unidos "recuou" na ameaça em atacar as infraestruturas energéticas do país, na sequência do "aviso firme" de Teerão, segundo a imprensa iraniana.A posição do Irão surge depois de Donald Trump anunciar conversações "muito boas e produtivas" com Teerão e a suspensão, por cinco dias, de ataques a infraestruturas energéticas iranianas. A agência de notícias iraniana Fars, que cita uma fonte, referiu, entretanto, que não há comunicações diretas ou indiretas com os EUA, segundo noticia a Reuters. .O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, desceu hoje acentuadamente, mais de 9%, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado conversações com o Irão e um possível cessar-fogo no Médio Oriente.Cerca das 11:30 em Lisboa, o petróleo Brent para entrega em maio estava a cair 9,2% para 101,86 dólares, contra 112,19 dólares na sexta-feira.O petróleo West Texas Intermediate (WTI) para entrega em maio também desceu, designadamente 9% para 89,43 dólares.Anteriormente, o preço do petróleo Brent chegou a descer 13% e esteve a ser negociado abaixo de 100 dólares o barril, depois do anúncio do presidente dos Estados Unidos.Poucos minutos depois das 11h00 horas em Lisboa, o Brent chegou a cair até aos 96 dólares por barril depois de Trump ter assegurado numa mensagem na sua rede social Truth que os Estados Unidos e o Irão mantiveram, durante os últimos dois dias, conversações "muito positivas e produtivas" sobre a resolução total das suas hostilidades no Médio Oriente."Tendo em vista o tom das conversações profundas, detalhadas e construtivas, que continuarão ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra para adiar todos os ataques militares contra centrais elétricas e infraestrutura energética iraniana por um período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e conversações em andamento", detalhou Trump.O anúncio feito por Trump provocou uma viragem na cotação do petróleo que, no caso do Brent, tinha chegado a subir durante a manhã de hoje para um máximo de 114,43 dólaresLusa.O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou esta segunda-feira conversações "muito boas e produtivas" com o Irão, pelo que ordenou a suspensão, por cinco dias, de ataques a infraestruturas energéticas iranianas. "Tenho o prazer de informar que os EUA e o Irão tiveram, nos últimos dois dias, conversas muito boas e produtivas a propósito de uma resolução completa e total das nossas hostilidades no Médio Oriente", começou por revelar Trump numa mensagem divulgada nas redes sociais."Com base no teor e no tom destas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, que continuarão ao longo da semana, dei instruções ao Departamento de Guerra para adiar todos e quaisquer ataques militares contra centrais elétricas e infraestruturas energéticas iranianas por um período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e discussões em curso", adiantou o presidente norte-americano..Após o ultimato do presidente dos EUA para que o Irão reabra totalmente o estreito de Ormuz no prazo de 48 horas, a Rússia apelou a uma "solução política e diplomática" na guerra do Médio Oriente. “Acreditamos que a situação deveria ter evoluído para uma solução política e diplomática”, disse esta segunda-feira o porta-voz do Kremlin numa conferência de imprensa, citada pela AFP.Para Dmitry Peskov, “esta é a única coisa que pode contribuir eficazmente para desarmar a situação catastrófica e tensa que se desenvolveu na região” do Médio Oriente..O Irão ameaçou hoje minar todas as rotas de acesso e vias de comunicação no golfo Pérsico, caso as ilhas iranianas sejam atacadas pelos Estados Unidos, que ameaçou invadir a ilha de Kharg."Qualquer tentativa do inimigo de atacar a costa ou as ilhas iranianas levará, naturalmente, de acordo com a prática militar padrão, à instalação de minas em todas as rotas de acesso e vias de comunicação no golfo Pérsico e ao longo da costa com diversos tipos de minas navais (…)", alertou o Conselho de Defesa do Irão num comunicado divulgado pela imprensa local.O Conselho afirmou que, se tal situação extrema ocorresse, "todo o golfo Pérsico ia sofrer períodos prolongados de encerramento, semelhantes aos do estreito de Ormuz; ou seja, todo o golfo ficaria praticamente bloqueado".Nestas circunstâncias, a passagem pelo estreito de Ormuz para "países não hostis" seria coordenada pelo Irão.O órgão iraniano acrescentou que toda a responsabilidade ia recair sobre "o agressor", referindo-se aos Estados Unidos e a Israel.O alerta surgiu depois de o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, ter declarado, no domingo, que todas as opções estão em cima da mesa, incluindo o envio de tropas para garantir a segurança da ilha de Kharg, onde se encontra o maior terminal de exportação de petróleo da República Islâmica.No sábado à noite, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou que “se o Irão não abrir totalmente o estreito em 48 horas, então, a partir desse momento, os Estados Unidos vão atacar e destruir as várias centrais elétricas” iranianas.A República Islâmica respondeu a Trump, com a ameaça de atacar instalações energéticas no golfo Pérsico e bloquear completamente o estreito de Ormuz.Esta via navegável estratégica transporta 20% das exportações globais de petróleo bruto, que diminuíram drasticamente desde o início da guerra, elevando os preços do petróleo.Lusa.As principais bolsas europeias abriram hoje em forte baixa, perante a nova ameaça do Presidente dos EUA, Donald Trump, ao Irão de destruir as centrais de energia se não abrir o estreito de Ormuz.Cerca das 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 1,68% para 563,64 pontos.Com o euro a depreciar-se 0,27% para 1,1537 dólares, a bolsa que mais cedia era a de Madrid, 2,18%, seguida das de Milão e Frankfurt, que caíam 1,97% e 1,94%, enquanto as de Paris e Londres recuavam 1,43% e 1,35%.A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura e o principal índice, o PSI, também descia, 1,55% para 8.620,68 pontos.O índice Euro Stoxx600 descia 1,68% para 563,64 pontos.Arrastadas pelo conflito no Oriente Médio, o principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, fechou hoje com uma queda de 3,48%, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, desceu 6,49%, o da bolsa de Xangai caiu 3,63% e o da de Shenzhen perdeu 3,76%.O Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, recuava 3,42% quando faltava pouco para o encerramento da sessão.Os futuros dos índices norte-americanos apontam para quedas de 0,90% para o Nasdaq e de 0,61% para o Dow Jones, depois de os mesmos terem terminado na sexta-feira a cair 2,01% e 0,96%, respetivamente.Lusa.BCE prevê que guerra arrase cenário macroeconómico do OE 2026 .O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, falou com o presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a necessidade de reabrir o Estreito de Ormuz para garantir a estabilidade do mercado energético mundial, indicou um porta-voz da Downing Street..Irão: Starmer discute com Trump necessidade de reabrir Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo .O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou hoje ter atacado uma fábrica iraniana de produção de motores utilizados em drones de ataque e aeronaves da Guarda da Revolução Islâmica.A fábrica, situada na província de Qom (centro-norte do Irão), "fabricava motores de turbina a gás para drones de ataque e componentes de aeronaves utilizados pela Guarda da Revolução Islâmica do Irão", afirmou o CENTCOM na rede social X.O comando norte-americano partilhou imagens da fábrica antes e depois do ataque, nomeadamente uma fotografia datada de 06 de março de 2026, que mostra as instalações aparentemente intactas, e outra tirada "três dias depois, após um ataque devastador". .O Irão reiterou hoje que atacará centrais de energia e "infraestruturas económicas", nomeadamente centrais de dessalinização nos países da região, se as suas centrais de energia forem atacadas por Israel e Estados Unidos.A declaração da Guarda da Revolução Islâmica foi lida hoje em direto na televisão pública iraniana: "O que fizemos foi anunciar a nossa decisão de que, se as centrais de energia forem atacadas, o Irão retaliará visando as centrais de energia do regime ocupante e as dos países da região que fornecem eletricidade às bases dos Estados Unidos, bem como as infraestruturas económicas, industriais e energéticas nas quais os americanos têm participações", afirmou a estrutura militar do poder religioso iraniano, referindo-se a Israel como um "regime ocupante"."Não duvidem de que o faremos", acrescentou a declaração.O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou na madrugada de domingo "obliterar" as centrais de energia do Irão, se a República Islâmica "não abrir totalmente" o estreito de Ormuz no prazo de 48 horas. Metade do prazo foi entretanto ultrapassado.Lusa.Guerra entra numa nova fase com ultimato de Trump e ameaça do Irão aos países do Golfo.O diretor da Agência Internacional da Energia (AIE), Fatih Birol, alertou hoje que o conflito no Irão poderá causar a "pior crise energética das últimas décadas".Segundo Birol, pelo menos 40 infraestruturas energéticas foram “gravemente ou muito gravemente” danificadas devido à guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.“O mundo poderá enfrentar a pior crise energética das últimas décadas em consequência da guerra no Médio Oriente, uma ameaça maior para a economia mundial”, advertiu Birol em declarações no National Press Club em Camberra.“Até ao momento, perdemos 11 milhões de barris por dia, mais do que as duas grandes crises petrolíferas juntas”, de acordo com o responsável, que recordou que nos anos 1970, cada uma dessas crises representou uma perda de cerca de cinco milhões de barris diários, ou seja, “10 milhões no total”.Birol acrescentou que esta crise equivale “a duas crises petrolíferas e a um colapso do mercado do gás reunidos”, evocando também os efeitos da invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.O responsável sublinhou ainda que “nenhum país ficará imune aos efeitos desta crise se ela continuar neste rumo” e apelou a uma ação coordenada à escala global.“A economia mundial enfrenta uma ameaça maior, e espero vivamente que este problema seja resolvido o mais rapidamente possível”, disse.O estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás, encontra-se bloqueado de facto devido à guerra, desencadeada a 28 de fevereiro por ataques israelo-americanos contra o Irão.Caso Teerão não reabra a passagem, o Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou “atingir e aniquilar” centrais elétricas iranianas, “começando pela maior”.Lusa.Acompanhe aqui toda a informação sobre o cnflito no Médio Oriente, num dia em que a região de Riade, na Arábia Saudita, foi alvo de dois mísseis balísticos, segundo anunciou o Ministério da Defesa saudita, à semelhança de outros países do Golfo, que também relataram ataques iranianos contra os respetivos territórios.Um dos mísseis foi intercetado e o outro caiu numa zona desabitada, precisou o Ministério saudita.Nos Emirados Árabes Unidos, outro país que tem sido alvo frequente de Teerão desde o início da guerra no passado dia 28 de fevereiro, o Ministério da Defesa anunciou hoje que está "a reagir a ameaças de mísseis e drones provenientes do Irão", explicando que "as explosões ouvidas são o resultado da interceção de mísseis e drones pelos sistemas de defesa aérea".No Bahrein, o Ministério do Interior emitiu um alerta nas redes sociais em que pediu aos "cidadãos e residentes" para "manterem a calma" e se dirigirem "ao local seguro mais próximo".Lusa