O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela ascendeu esta quarta-feira, 15 de julho, a 4.829, enquanto o de feridos mantém-se em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez.O anterior balanço, divulgado na terça-feira, indicava 4.561 vítimas mortais.O número de feridos permanece em 16.740 e o de desalojados está em 17.907, segundo dados divulgados no canal de Telegram de Rodríguez, irmão da Presidente interina, Delcy Rodríguez.Entre as vítimas mortais do duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho, incluem-se 119 portugueses e lusodescendentes, indicou esta quarta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.A diplomacia portuguesa especificou que 96 eram adultos e 22 menores, e que 102 tinham também a nacionalidade venezuelana.O MNE esclareceu também que há 50 cidadãos portugueses desaparecidos, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.Os dados atualizados pelo Governo venezuelano adiantam também que há 20.857 pessoas acolhidas em 106 acampamentos temporários, menos um do que os relatados na terça-feira.O relatório indica também 190 edifícios desabaram e que 856 sofreram danos.Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. .Sobe para 119 número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela.Sismos na Venezuela. ONU estima danos em cerca de 6,7 mil milhões de dólares.Mais de 58 mil edifícios ficaram danificados ou destruídos. ONU vai fornecer 10 mil sacos mortuários