Edifício danificado em Catia La Mar, uma das zonas mais afetadas pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela
Edifício danificado em Catia La Mar, uma das zonas mais afetadas pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela EPA/MIGUEL GUTIERREZ

Sobe para 119 número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela

Balanço mais recente do Ministério dos Negócios Estrangeiros indica que ainda continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses.
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O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado esta quarta-feira, 15 de julho, pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.

Entre os 119 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 96 eram adultos e 23 menores, 102 tinham também a nacionalidade venezuelana.

O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.

O anterior balanço indicava 117 portugueses e lusodescendentes mortos.

No total, o número de mortos subiu na terça-feira para 4734, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.

Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. 

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