Não está explícito quem foi o autor da publicação, já que o antigo presidente da Venezuela está preso nos Estados Unidos.
Não está explícito quem foi o autor da publicação, já que o antigo presidente da Venezuela está preso nos Estados Unidos.Foto: DR

Maduro reaparece em fotos no Instagram e diz que está "firme"

Publicação é deste domingo, mas fotos foram tiradas em 25 de junho. O ditador venezuelano está preso nos Estados Unidos desde 03 de janeiro, após ser capturado numa operação militar.
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O ditador venezuelano Nicolás Maduro usou as redes sociais para enviar uma mensagem aos seus apoiantes. Intitulada "Pequena dádiva de amor e esperança", a publicação no Instagram e no Telegram foi feita este domingo, 30 de agosto.

"Envio estas fotografias como uma pequena dádiva a todos os meus netos e netas, às crianças e a todas as pessoas nobres que nos amam. Quero que saibam que nos mantemos firmes", começou por dizer Maduro. Não é explícito quem foi o autor da publicação, uma vez que o antigo presidente da Venezuela está preso nos Estados Unidos.

Os comentários foram desativados após algumas horas. Entre os que ainda conseguiram comentar, há várias mensagens de apoio.

As duas fotografias são datadas de 25 de junho. Nelas, Maduro surge sorridente. "Com o coração cheio do vosso amor, esse amor que nos chega transformado em oração, em ação permanente, em solidariedade e em verdadeiro apoio. Muito obrigado, do fundo do coração, por cada palavra, por cada gesto, por cada bênção", acrescentou.

"Desfrutem desta pequena dádiva com alegria e esperança. A Cilia e eu abraçamo-vos para sempre, com a alma voltada para vós e com a fé intacta em Deus", escreve ainda. A mensagem assume também um tom bíblico.

"Como diz o apóstolo Paulo: 'Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou' (Rm 8,37)", afirma. "Continuaremos fortes, serenos e confiantes: Deus está connosco. Deus proverá. A Venezuela renascerá. Bênçãos", conclui.

Maduro foi capturado a 3 de janeiro de 2026, numa operação dos Estados Unidos em Caracas, juntamente com a mulher, Cilia Flores, tendo sido posteriormente levado para território norte-americano. O julgamento está marcado para 1 de junho de 2027.

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