Elon Musk perdeu o processo que apresentou em 2024 contra a OpenAI, Sam Altman e Greg Brockman, CEO e presidente da dona do ChatGPT, respetivamente. O dono da Tesla, da SpaceX e da rede social X (ex-Twitter) havia acusado a empresa, da qual também é um dos fundadores, de se ter desviado da missão de desenvolver inteligência artificial (IA) para o avanço da Humanidade.O julgamento começou a 28 de abril. Desde então que Musk, Altman, Brockman, vários ex-funcionários da OpenAI e executivos da Microsoft, uma das investidoras da startup de IA, prestaram depoimentos.Musk acusou Altman e companhia de terem “roubado” uma instituição de beneficência, exigindo uma compensação de 150 mil milhões de dólares (128,8 mil milhões de euros) e o afastamento de Altman.No entanto, o júri consultivo de nove pessoas teve um veredito unânime, que foi acatado pela juíza Yvonne Gonzalez Rogers, a quem cabia tomar a decisão final. “Penso que existem provas substanciais que sustentam a decisão do júri, razão pela qual estava disposta a indeferir o caso imediatamente”, disse a juíza ao advogado de Musk, segundo a CNN. Os elementos do júri não deram razão às acusações de "roubo", considerando que isso estava limitado pelos estatutos da OpenAI, e também fizeram cair por terra a acusação contra a Microsoft.Musk, Altman e Brockman não estiveram presentes em tribunal.Em declarações ao New York Times, um dos advogados da comitiva de Elon Musk, Marc Toberoff, disse apenas uma palavra: “recurso“..Elon Musk vs. OpenAI: O julgamento que decidirá se a IA pertence à Humanidade ou ao lucro entra em nova fase