Sarah Ferguson, antiga duquesa de York, terá deixado o Reino Unido com destino desconhecido, na sequência de novos documentos relacionados com o caso Jeffrey Epstein, segundo a imprensa britânica. Como avançou o Correio da Manhã, nem as filhas da ex-mulher de Andrew Mountbatten-Windsor, as princesas Beatrice e Eugenie, saberão do seu paradeiro. O nome de Ferguson surge associado a trocas de mensagens e contactos com Epstein após a condenação do ex-financeiro por crimes sexuais, em 2008.Os ficheiros agora divulgados indicam que Sarah Ferguson terá mantido ligações pessoais e empresariais com Epstein durante vários anos. Um porta-voz da antiga duquesa tinha anteriormente afirmado que esta teria cortado relações “assim que tomou conhecimento da extensão das alegações”, algo que os novos documentos parecem contrariar.Entre as mensagens tornadas públicas constam declarações elogiosas dirigidas a Epstein. Numa delas, Ferguson escreve: “Tu és uma lenda. Eu realmente não tenho palavras para descrever o meu amor e gratidão pela tua generosidade e bondade. Estou ao teu serviço. Apenas casa-te comigo”.Os documentos referem ainda alegados apoios financeiros do ex-banqueiro à ex-duquesa, incluindo pagamento de voos e pedidos de ajuda monetária. Segundo o CM, um registo de 2009 menciona um pedido de cerca de 22 mil euros para um negócio.A divulgação destes elementos surge num contexto de renovado escrutínio público em torno das relações de figuras políticas e membros da realeza - incluindo seu ex-marido - com Epstein, cujos ficheiros continuam a gerar repercussões internacionais e um abalo nas estruturas governamentais..Polícia quer falar com antigos seguranças de Andrew Mountbatten-Windsor.Primeiro-ministro australiano diz que detenção do irmão de Carlos III não levará a referendo sobre a monarquia