Exclusivo Elia Suleiman: "O cinema atual deseduca muito"

O mais consagrado cineasta da Palestina regressa com O Paraíso, provavelmente, comédia desesperada sobre o ato de olhar este "mundo infernal". Elia Suleiman recebeu o DN em Paris e falou de um modo de fazer cinema que é eminentemente político.

Elia suleiman não gosta de ser chamado de "cineasta palestiniano", mas este nazareno é por estes dias o nome maior de um cinema da Palestina. Suleiman não quer ser reduzido apenas a isso, e tem razão. O seu cinema é do mundo. Em Portugal, a sua obra tem encontrado um público considerável, em particular através dos anteriores Intervenção Divina (2002) e O Tempo Que Resta (2009). Pensador e provocador, Suleiman é também um amigo do LEFFEST, tendo marcado presença nesse festival lisboeta por diversas vezes. Uma figura de culto que é uma espécie de palhaço triste a fazer lembrar Otar Iosseliani e Buster Keaton.

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