Task force apela a doentes recuperados para se vacinarem "com a maior brevidade possível"

O apelo da task force é dirigido a todas as pessoas que recuperaram da covid-19 há pelo menos três meses e que não chegaram a receber a vacina. "Só juntos e com sentido de responsabilidade individual e comunitário será possível vencer este vírus", afirma a estrutura que coordena o plano de vacinação.

A task force lançou esta sexta-feira um apelo a todas as pessoas que recuperaram da covid-19 há pelo menos três meses e que não chegaram a receber a vacina para se vacinarem "com a maior brevidade possível".

Numa nota enviada à comunicação social, a equipa responsável pelo processo de vacinação contra a infeção provocada pelo vírus SARS-CoV-2 lembra que os utentes devem recorrer à modalidade 'casa aberta', sem restrição de idades ou local de residência, porque os centros de vacinação atualmente existentes "serão, em breve, empenhados na vacinação da gripe".

"Só juntos e com sentido de responsabilidade individual e comunitário será possível vencer este vírus", referiu a 'task force', reconhecendo o atual "ritmo de vacinação mais reduzido", face à vacinação completa de mais de 83% da população residente em Portugal. Devido à disponibilidade de vacinas, as segundas doses podem ser administradas num centro de vacinação diferente daquele onde foi dada a primeira inoculação.

Primeira fase da vacinação gratuita contra a gripe arranca na segunda-feira

A Direção-Geral da Saúde anunciou na quinta-feira que a primeira fase da vacinação gratuita contra a gripe arranca na próxima segunda-feira e abrange pessoas em "determinados contextos", como lares, rede de cuidados continuados, profissionais do Serviço Nacional de Saúde e grávidas.

Na segunda fase, serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, destacando-se pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou outras condições previstas na norma da vacinação contra a gripe 2021/22.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17 938 pessoas e foram contabilizados 1 064 876 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

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