Revista de imprensa. Urgências fechadas dão corte no financiamento e mais milionários no país
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Urgências fechadas dão corte no financiamento e mais milionários no país

Leia os destaques da imorensa desta quarta-feira, 1 de julho.
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O Público avança esta quarta-feira que os hospitais que tiverem urgências fechadas vão sofrer cortes no financiamento. "A disponibilidade da urgência passa a ter uma componente fixa e outra variável sobre a qual haverá penalizações em caso de fecho", explica, dizendo que os gestores concordam, mas pedem condições para assegurar escalas.

O Jornal de Notícias escreve que o imoviliário fez aumentar o número de milionários. Segundo este jornal, nos últimos cinco anos, a taxa de crescimento médio dos milionários em Portugal com fortunas acima de um milhão de dólares (876,5 mil euros) situou-se em 7% e integrou o topo da média europeia e internacional. No entanto, a riqueza mediana continua em baixa e diminuiu 4,4% no mesmo período. Quase 200 mil portugueses podem ser considerados oficialmente muito ricos, diz.

Este diário conta ainda que o militar que, na semana passada, disparou para o ar numa cerimónia com ministro da Administração Interna estava sem arma de serviço desde março, na sequência de uma avaliação da Junta Superior de Saúde. "Só a recuperou no dia do evento e para participar na iniciativa, em circunstâncias por esclarecer", lê-se.

No Correio da Manhã o destaque vai para a subida da prestação da casa.

O Diário de Notícias avança que as queixas contra seguros de saúde aumentaram nos últimos três anos.

Revista de imprensa. Urgências fechadas dão corte no financiamento e mais milionários no país
Leia aqui o DN desta quarta-feira, 1 de julho

O Jornal de Negócios traz uma entrevista a Manuel Melo Ramos, presidente da Associação Portuguesa das Concessionárias de Autoestradas e Pontes, que avisa que avançar com mais isenções de portagens “seria destruir um modelo que funciona bem em Portugal”, que teria como consequência uma pressão enorme sobre as contas públicas ou a degradação das infraestruturas. “Já chega de abolições de portagens, senão vamos dar cabo do sistema”, diz.

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