Militar da GNR dispara para o ar no Centro de Formação de Portalegre onde estava o MAI
Foto: Reinaldo Rodrigues

Militar da GNR dispara para o ar no Centro de Formação de Portalegre onde estava o MAI

GNR indicou que o episódio ocorreu esta sexta-feira de manhã e que o militar da guarda se encontrava em serviço interno. Militar foi internado. Incidente "não causou feridos ou danos materiais”.
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Um militar da GNR efetuou esta sexta-feira, 26 de junho, disparos para o ar, com a arma de serviço, nas instalações do Centro de Formação de Portalegre, sem causar “quaisquer feridos ou danos materiais”, segundo fonte daquela força de segurança.

Questionada pela Lusa sobre este caso, a Divisão de Comunicação e Relações Públicas da GNR indicou que o episódio ocorreu “durante a manhã” desta sexta-feira e que o militar da guarda se encontrava em serviço interno no centro de formação.

O Ministro da Administração Interna esteve esta sexta-feira em Portalegre na da cerimónia militar de juramento de bandeira de 652 guardas provisórios da GNR.

No entanto, a cerimónia decorreu no Estádio Municipal de Portalegre, que fica numa zona da cidade distinta e ainda longe do Centro de Formação da Guarda, onde o militar efetuou os disparos.

Nas informações enviadas à Lusa, a GNR explicou que o militar, no momento dos disparos, "aparentava instabilidade do foro psicológico", e após o incidente, foi de "imediato acompanhado" pelos serviços clínicos da guarda, tendo a situação sido prontamente controlada”.

Uma outra fonte policial contactada pela Lusa acrescentou que o militar que efetuou os disparos foi “encaminhado para internamento compulsivo, numa unidade hospitalar em Lisboa”.

Sem especificar se Luis Neves assistiu ou não a estes factos, a GNR apenas esclareceu que a ocorrência “foi de imediato” comunicada às entidades competentes, nomeadamente à Polícia Judiciária Militar e ao Ministério Público.

A Rádio Renascença adiantou que, após a cerimónia, o ministro da Administração Interna almoçou com o Comandante-Geral da GNR no Centro de Formação de Portalegre quando o incidente ocorreu.

A Lusa contactou mais fontes da GNR, mas não foi possível obter, até ao momento, esclarecimentos adicionais.

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