Revista de imprensa. Tribunal dá razão ao Banco de Portugal contra grandes fundos do BES
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Revista de imprensa. Tribunal dá razão ao Banco de Portugal contra grandes fundos do BES

Leia os destaques da imprensa desta segunda-feira, 12 de janeiro.
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Centenas de portugueses foram lesados em negócio de investimento em vinhos, escreve esta segunda-fera, 12 de janeiro, o Público. Segundo o jornal, os investidores compravam vinho sem ver as garrafas e agora não conseguem reaver o dinheiro. A empresa Oenofuture Limited está na mira da justiça no Reino Unido e a PJ já tem queixas.

Nesta edição, pode ler-se ainda que a Direcção Executiva do SNS impõe limites à contratação de profissionais mas deixa médicos de fora. As Unidades locais de saúde foram informadas de que, em dois anos, o número de efetivos não pode crescer mais de 2,4% face ao quadro de pessoal de 2024.

O Negócios escreve que, dez anos depois, tribunal administrativo dá razão ao Banco de Portugal contra grandes fundos do BES. Em causa está passagem de 2.000 milhões de euros de obrigações seniores do Novo Banco de novo para o BES, em 2015, explica.

O Jornal de Notícias diz que o Estado já pagou, nos últimos nove anos, 1,5 milhões por más condições das cadeias e enfrenta mais 854 queixas de reclusos. Cerca de 90% das reclamações no Tribunal Europeu contra Portugal são referentes à precariedade das prisões.

O Correio da Manhã destaca que "ADN de ama em carro trama patroa assassina". O jornal explica que Lucinete Freitas, 55 anos, foi assassinada pela mulher que a contratou para cuidar do filho bebé. PJ encontrou sangue em viatura.

O Diário de Notícias destaca a campanha inédita da PJ contr a radicalização online de jovens.

Revista de imprensa. Tribunal dá razão ao Banco de Portugal contra grandes fundos do BES
Leia aqui o DN desta segunda-feira, 12 de janeiro

O Eco traz uma entrevista à presidente do Compete, Alexandra Vilela, segundo a qual projetos parados vão receber em fevereiro cartas de revogação do apoio do PT2030.

O Expresso diz que Portugal é o único país com excesso de mortalidade na Europa: num mês morreram mais 2600 pessoas do que seria esperado. Frio e gripe são as explicações dadas pela DGS e pelo INSA.

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