O Público avança esta segunda-feira que suspeitas de corrupção na nomeação de árbitros de futebol chegam à PJ. "Participação descreve fugas de informação sobre nomeações, contactos entre responsáveis da arbitragem e dirigentes e um conjunto de eventuais crimes, entre eles corrupção e tráfico de influência", diz este jornal que traz também a história de Daniela do Mar, uma marinheira portuguesa retida em Ormuz durante meses, até conseguir regressar a Portugal no dia 25 de Abril.O Jornal de Notícias destaca que as empresas portuguesas dependem cada vez mais do ensino profissional, pelo que querem estar mais envolvidas no desenvolvimento das futuras políticas dos currículos educativos. "Apesar de, em alguns setores, sobretudo os ligados à indústria e à digitalização, os estudantes saídos do profissional ganharem mais face aos jovens do ensino regular, a via profissionalizante ainda é vista como um 'plano B' face ao científico-humanístico", lê-se.O JN diz ainda que os grandes do futebol já gastaram 207 milhões em reforços. Conta que o Sporting lidera no mercado de verão e que o FC Porto foi o que menos receita obteve, enquanto o Benfica está amarrado às opções de compra e o Sp. Braga encheu os cofres com Salazar.O Correio da Manhã destaca que o Supremo confirmou a pena de nove anos e meio de cadeia para o informático do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), sob tutela do Ministério da Justiça, que usou, durante dois anos, credenciais do Instituto de Registos e Notariado (IRN) para aceder a dados pessoais e posteriormente bancários e fazer burlas.A CNN Portugal avança que a Casa Ermelinda Freitas e dois responsáveis da produtora de vinhos foram condenados pelo Tribunal de Setúbal por fraude na obtenção de um apoio europeu de 76.222 euros. A empresa e os dois arguidos já pagaram as multas aplicadas, num total de 5.100 euros.O Diário de Notícias destaca uma sondagem segundo a qual a maioria não confia no ministro da Educação para conduzir as próximas fases de exames..Leia aqui o DN desta segunda-feira, 27 de julho.No Negócios lê-se que o Governo prevê concluir negociação com Brisa em dois meses. "O secretário de Estado das Infraestruturas aponta para setembro ou outubro a conclusão da renegociação do contrato com a concessionária, que reclama mais de 1,1 mil milhões ao Estado. Esse valor, diz, 'pode baixar' porque 'há obrigações que a Brisa tinha e não executou'", diz.O Eco avança que a gestora alemã Mutares acionou o mecanismo que lhe permite reclamar até 80 milhões de euros à Parpública. A holding do Estado não aceitou parte dos valores.