O Público destaca esta segunda-feira que o Governo afasta novo alívio no IRS este ano devido às tempestades. "Depois de, em 2024 e 2025, os portugueses se terem habituado, já perto do final do ano, a beneficiarem de um mês de retenção do IRS extraordinariamente baixa, já se sabe agora com toda a certeza que em 2026 não vão ter a mesma boa notícia", escreve.Este jornal traz ainda uma entrevista a Alberto João Jardim, que diz que Passos Coelho e Luís Montenegro "são aves da mesma plumagem".O Jornal de Notícias destaca que o corte nas passagens de nível não trava mortes e acidentes. Segundo este diário, só em 2025, foram eliminadas 18 passagens de nível, mas registaram-se 24 sinistros, que resultaram em nove vítimas mortais, mais cinco do que em 2024. Já o número de acidentes é o mais alto em seis anos, avança.No Correio da Manhã o destaque vai para o caso de uma professora que já morreu e que foi chamada a classificar exames. Este é um dos exemplos apresentados pelo jornal do "caos na correção dos exames nacionais do Ensino Secundário. Mas refere ainda um outro de uma docente designada para corrigir provas de Português e que recebeu as de Economia A; e um outro de uma professora de Geologia que foi chamada para classificar os exames de Francês. No Diário de Notícias fique a saber que o Governo gastou, pelo menos, 18 milhões na modernização do SIRESP em três anos..Leia aqui o DN desta segunda-feira, 29 de junho.O Negócios avança que já há mais de 100 mil contribuintes que estão a pagar o adicional ao IMI, espelhando o dinamismo do mercado imobiliário nacional e o aumento do investimento no setor, não só por empresas, que concentram a maior fatia deste imposto, mas também pelas famílias. Destaque ainda para uma entrevista à ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, feita em conjunto com a Antena 1, em que esta diz que o negócio entre a Galp e a Moeve é "um assunto comlexo".O Eco traz uma entrevista à CEO da Meo, Ana Figueiredo, que defende que o setor das telecomunicações "devia estar a discutir soberania digital e resiliência das redes", ao invés de "estar a discutir preço" e que “a indústria não tem sabido construir a perceção no cliente de que não somos todos iguais”.O Observador conta como uma rede de falsa canábis medicinal enganou o Infarmed para traficar droga.O Expresso destaca que as ondas de calor disparam em Portugal e já somam 59 dias em 2026, quando no ano todo de 2025 foram 74 dias.