Revista de imprensa. Os custos da habitação, a falta de dinheiro nos hospitais e a prontidão dos militares
FOTO: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Os custos da habitação, a falta de dinheiro nos hospitais e a prontidão dos militares

Leia os destaques da imprensa desta sexta-feira, 6 de fevereiro.
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A situação vivida no país devido ao mau tempo, com um alerta vermelho devido à possibilidade de cheias nas zonas ribeirinhas, continua a dominar a atualidade, mas há outros temas que merecem destaque na imprensa desta sexta-feira, 6 de fevereiro.

O Público avança que já há hospitais sem dinheiro para comprar medicamentos e o ano só agora começou. "Administradores estranham “aperto” logo em Janeiro. Ministério da Saúde diz que eventuais constrangimentos são pontuais e transitórios e que as compras de fármacos e dispositivos estão salvaguardadas", lê-se.

No Jornal de Notícias destaque para a habitação: arrendar casa é mais caro que comprar casa e a diferença pode chegar a 550 euros. "As diferenças mensais entre comprar ou arrendar têm vindo a aumentar, impulsionadas pela descida das taxas de juro desde o fim da pandemia de covid-19 e por um maior controlo da inflação. Ainda assim, arrendar continua a ser significativamente mais caro do que pagar a prestação de um crédito à habitação", diz.

A habitação também é o tema de destaque do Diário de Notícias, que avança que comprar casa em Lisboa e Porto já custa mais de metade do rendimento das famílias.

Revista de imprensa. Os custos da habitação, a falta de dinheiro nos hospitais e a prontidão dos militares
Leia aqui o DN desta sexta-feira, 6 de fevereiro
Revista de imprensa. Os custos da habitação, a falta de dinheiro nos hospitais e a prontidão dos militares
Leia aqui o DV desta sexta-feira, 6 de fevereiro

No Correio da Manhã lê-se que a ministra da Administração Interna manteve a agenda no dia da tempestade Kristin. Segundo o jornal, Maria Lúcia Amaral marcou presença em cerimónia da GNR durante tempestade.

O Expresso avança que os militares só entraram em alerta vernelho uma semana depois da tempestade. "A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou o estado de prontidão de todas as forças para o nível máximo de resposta a catástrofes (o nível 4) logo às 16h de 27 de janeiro, na véspera da passagem da tempestade Kristin. Os militares receberam o Comunicado Técnico Operacional da ANEPC, e 'acompanharam de forma contínua a evolução da situação' nas primeiras 24 horas, mas só atingiram esse alerta vermelho uma semana depois", lê-se .

O Nascer do Sol tutula que médicos forçam Assembleia da República a debater vacinas covid. Uma petição assinada por 70 médicos, 40 enfermeiros, 11 farmacêuticos e mais 3000 cidadãos exige reparação de cidadãos com reações adversas às vacinas, diz.

No Negócios lê-se que a CP perde 500 milhões de fundos europeus com atrasos e litigância. "A aquisição das 117 novas automotoras para os serviços regionais e urbanos previa em 2021 o financiamento através de fundos europeus de no mínimo 617 milhões. No entanto, os atrasos obrigaram a reduzir este cofinanciamento para um máximo de 117,6 milhões", diz.

O Eco traz uma entrevista ao diretor executivo da Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria, Henrique Carvalho, em que este faz o primeiro balanço do impacto da depressão Kristin nas empresas locais e quais as prioridades para a retoma de atividade. “Terá de haver mais apoio a fundo perdido”, considera.

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