A situação vivida no país devido ao mau tempo, com um alerta vermelho devido à possibilidade de cheias nas zonas ribeirinhas, continua a dominar a atualidade, mas há outros temas que merecem destaque na imprensa desta sexta-feira, 6 de fevereiro.O Público avança que já há hospitais sem dinheiro para comprar medicamentos e o ano só agora começou. "Administradores estranham “aperto” logo em Janeiro. Ministério da Saúde diz que eventuais constrangimentos são pontuais e transitórios e que as compras de fármacos e dispositivos estão salvaguardadas", lê-se.No Jornal de Notícias destaque para a habitação: arrendar casa é mais caro que comprar casa e a diferença pode chegar a 550 euros. "As diferenças mensais entre comprar ou arrendar têm vindo a aumentar, impulsionadas pela descida das taxas de juro desde o fim da pandemia de covid-19 e por um maior controlo da inflação. Ainda assim, arrendar continua a ser significativamente mais caro do que pagar a prestação de um crédito à habitação", diz.A habitação também é o tema de destaque do Diário de Notícias, que avança que comprar casa em Lisboa e Porto já custa mais de metade do rendimento das famílias..Leia aqui o DN desta sexta-feira, 6 de fevereiro.Leia aqui o DV desta sexta-feira, 6 de fevereiro. No Correio da Manhã lê-se que a ministra da Administração Interna manteve a agenda no dia da tempestade Kristin. Segundo o jornal, Maria Lúcia Amaral marcou presença em cerimónia da GNR durante tempestade.O Expresso avança que os militares só entraram em alerta vernelho uma semana depois da tempestade. "A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou o estado de prontidão de todas as forças para o nível máximo de resposta a catástrofes (o nível 4) logo às 16h de 27 de janeiro, na véspera da passagem da tempestade Kristin. Os militares receberam o Comunicado Técnico Operacional da ANEPC, e 'acompanharam de forma contínua a evolução da situação' nas primeiras 24 horas, mas só atingiram esse alerta vermelho uma semana depois", lê-se .O Nascer do Sol tutula que médicos forçam Assembleia da República a debater vacinas covid. Uma petição assinada por 70 médicos, 40 enfermeiros, 11 farmacêuticos e mais 3000 cidadãos exige reparação de cidadãos com reações adversas às vacinas, diz. No Negócios lê-se que a CP perde 500 milhões de fundos europeus com atrasos e litigância. "A aquisição das 117 novas automotoras para os serviços regionais e urbanos previa em 2021 o financiamento através de fundos europeus de no mínimo 617 milhões. No entanto, os atrasos obrigaram a reduzir este cofinanciamento para um máximo de 117,6 milhões", diz.O Eco traz uma entrevista ao diretor executivo da Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria, Henrique Carvalho, em que este faz o primeiro balanço do impacto da depressão Kristin nas empresas locais e quais as prioridades para a retoma de atividade. “Terá de haver mais apoio a fundo perdido”, considera.