O Público fala esta terça-feira dos gastos de milhões na Defesa sem fiscalização do Tribunal de Contas e da PGR. O jornal lembra que o Governo aprovou a criação de dois mecanismos para acompanhar a aplicação dos 5,8 mil milhões de euros a que Portugal tem direito no âmbito do Instrumento de Acção para a Segurança da Europa, mas diz que, ao contrário que foi dito publicamente pelo ministro da Defesa, não está assegurado que o Tribunal de Contas e a Procuradoria-Geral da República integrem tais instrumentos de transparência, pelo menos formalmente.O Expresso avança que o Ministério Público mandou destruir os 62 bidões de produtos químicos usados para fazer droga encontrados na empresa do amigo de Luís Neves em dezembro de 2024, mas que a ordem nunca foi cumprida pela PJ e o material acabou por ser levado para a empresa de João Carvalho, o empreiteiro amigo do ministro da Administração Interna.Ainda acerca deste caso, na CNN Portugal lê-se que a ex-diretora nacional-adjunta da PJ, Luísa Proença, que geriu os bens apreendidos da PJ até início de 2026, diz que nunca teve conhecimento de atrelado apreendido que acabou na sede da Construbarcelos. Garante que só ficou a saber pela televisão que havia um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga entregue a um particular.Luísa Proença, que geriu os bens apreendidos da PJ até início de 2026, nega ter sido informada sobre a movimentação do atrelado que acabou na posse do empreiteiro e amigo de Luís Neves.O Jornal de Notícias destaca que uma centena de animais estão presoso há uma écada devido a processos judiciais. A maioria das situações é relativa a crimes de maus-tratos, mas encontram-se, também, animais sem família devido a processos de divórcio, avança.O Correio da Manhã conta que os gastos para tratar impotência disparam. O jornal conta que os portugueses gastaram 31 milhões de euros em medicamentos para a disfunção erétil no último ano, em que foram vendidas pela primeira vez mais de um milhão de embalagens.No Diário de Notícias o destaque vai para o facto de haver mais de 23 milhões de euros bloqueados nos tribunais administrativos..Leia aqui o DN desta terça-feira, 28 de julho.O Negócios faz um balanço dos seis meses das tempestades para dizer que só apoios ao emprego excedem as previsões do Governo. "Até ao final de maio, chegada de financiamento às autarquias, empresas e famílias representava apenas 17% dos cerca de 1,2 mil milhões de euros que as Finanças estimaram de despesa em resposta ao comboio de tempestades do início do ano", lê-se.O Eco realça que a TAP vale cinco vezes mais do que na anterior privatização. "Avaliação coloca valor da fatia da TAP a privatizar perto dos mil milhões de euros, muito acima do que foi pago na operação de 2015. Graças ao crescimento do negócio e à capitalização pelo Estado", diz.