A autodeclaração de doença já retirou de centros de saúde 1,3 milhões de baixas, escreve o Público na edição desta quinta-feira, 22 de janeiro.e acordo com este jornal, as denominadas autobaixas cresceram 17,7% em 2025, aproximando-se das 1500 por dia. Nesta edição está ainda uma entrevista a Paulo Santos, líder sindical da PSP, feita em parceria com a Rádio Renascença. O presidente do maior sindicato de policias garante haver muitas esquadras a funcionar apenas com um ou dois agentes, sem capacidade para sair com carros de patrulha. Paulo Santos classifica de “estupidez” e “loucura” os alegados crimes de tortura e violação numa esquadra da capital", resume o Público.O Jornal de Notícias destaca que as forças de segurança vão ser equipadas com oito mil câmaras corporais, segundo uma decisão que deverá ser aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros, num investimento de cerca de seis milhões de euros.O Correio da Manhã destaca que o cabecilha do gripo neonazi alvo de uma operação policial da PJ é fiel a André Ventura. "Rui Roque, que defendeu a ideia de retirar os ovários às mulheres que abortam, foi expulso do Chega mas apela ao voto no seu líder", escreve o jornal.No Diário de Notícias o destaque vai para o facto de um em cada três alunos estrangeiros se dizer discriminado pelos professores..Leia aqui o DN desta quinta-feira, 22 de janeiro.No Negócios lê-se que o ministro da Economia, Castro Almeida, disse, numa conferência, que “Sines não é uma refinaria, é a refinaria portuguesa. É a única”. O governante assumiu que “era melhor termos uma refinaria totalmente controlada a partir de Lisboa” e revelou que Portugal e Espanha estão a posicionar-se na corrida às “gigafactories” que a UE vai cofinanciar.No Eco, José Vidrago, gestor do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, diz que se não tivesse de investir 50% da carteira em dívida pública nacional a “almofada” das pensões seria 14% maior.