Revista de imprensa. Grupo neonazi com esconderijos em Monsanto e Arrábida e 182 reformas por invalidez suspensas
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Grupo neonazi com esconderijos em Monsanto e Arrábida e 182 reformas por invalidez suspensas

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 2 de julho.
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O Expresso avança esta quinta-feira que o Movimento Armilar Lusitano, a milícia neonazi acusada de vários crimes de terrorismo pelo DCIAP e que chegou a preparar-se para invadir o apartamento do primeiro-ministro Luís Montenegro, em Lisboa, no início do ano passado, tinha esconderijos para armas e mantimentos em Monsanto e na Arrábida.

O Público diz que Norte e Centro enfrentam risco de incêndio sem precedentes desde 2001. As autoridades alertam para um cenário crítico e prolongado e o ministro da Administração Interna fala em dias “absolutamente terríveis”.

Este jornal destaca também que 182 reformas por invalidez foram suspensas na sequência do alegado esquema de fraude que ditou a detenção de quatro pessoas na quarta-feira, uma delas, a médica de Benavente que fora denunciada numa reportagem da SIC. Denúncia da Entidade Reguladora da Saúde ditou a realização de novas juntas médicas para confirmação da situação de invalidez de 196 beneficiários e em 182 casos as pessoas revelaram-se aptas para trabalhar.

Este é também o assunto em destaque no Correio da Manhã, que dá conta da detenção de três médicos na operação da Polícia Judiciária.

O Jornal de Notícias conta que devolver propinas custa 300 milhões de euros ao ano. O número é adiantado pelo Governo, que quer obrigar os universitários a escolher entre este apoio e o IRS Jovem.

O Observador destaca que o caso das seguradoras do GES chega a julgamento e explica omo um esquema de resseguros "fictícios" terá desviado 5,7 milhões para gestores e para o grupo.

No Diário e Notícias o destaque vai para a onda de calor, com os administradores hospitalares a pedir resolução urgente de casos sociais.

Revista de imprensa. Grupo neonazi com esconderijos em Monsanto e Arrábida e 182 reformas por invalidez suspensas
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 2 de julho

O Negócios escreve que a refinaria de Matosinhos pode gerar impacto de 65 mil milhões em 30 anos. "Desapareceu na pandemia, mas nos terrenos da antiga refinaria de Leça da Palmeira pode nascer uma cidade de inovação que, segundo um estudo da PwC, trará um forte impacto económico ao país e à região. E mais de 100 mil novos postos de trabalho", ecreve o jornal.

O Eco destaca que o Governo avança com uma nova série de Certificados do Tesouro para atrair poupanças das famílias, a qual terá terá a maturidade de 10 anos, remunerará os aforradores a uma taxa de juro crescente e exigirá um investimento mínimo inicial de 1.000 euros.

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