Revista de imprensa. Governo da Madeira sob suspeita por causa de relação com IPSS e aumento das exportações de material militar
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Governo da Madeira sob suspeita por causa de relação com IPSS e aumento das exportações de material militar

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 25 de junho.
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O Público escreve esta quinta-feira que o Governo da Madeira é suspeito de crime no financiamento de associação de apoio a idosos. "Tribunal de Contas participou ao DCIAP que instituto regional cedeu funcionária a entidade sediada em paraíso fiscal árabe e exige devolução de dinheiro a ex-dirigentes", escreve, acrescentando que a instituição refuta.

O Jornal de Notícias destaca que EUA e Ucrânia fazem disparar exportações nacionais de material de guerra. "O crescimento de 77% nas exportações, entre 2022 e 2025, reflete o peso dos drones, da inteligência artificial e das tecnologias desenvolvidas em Portugal, num setor cada vez mais orientado para sistemas avançados", lê-se.

No Correio da Manhã o destaque vai para Jacques Rodrigues. "'Barão da imprensa cor-de-rosa' falido com dívida de 36,7 milhões de euros", avança, dizendo que o Tribunal da Relação decretou falência pessoal do antigo patrão do grupo Impala, não acolhendo os argumentos que apresentou em recurso.

O Diário de Notícias destaca que Portugal está a falhar na monitorização do HIV.

Revista de imprensa. Governo da Madeira sob suspeita por causa de relação com IPSS e aumento das exportações de material militar
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 25 de junho

O Negócios escreve que o FMI pede contenção e mexidas nas pensões de reforma. "Fundo aponta para agravamento significativo da situação orçamental se não houver 'poupanças' e aponta à reforma do sistema de pensões. Mas Ministério das Finanças entende que as últimas projeções de maiores custos com o envelhecimento já estão desatualizadas", lê-se.

O Eco explica como funciona a Prestação Social Única e o que ainda é incerto em relação a esta medida.

No Expresso lê-se que João Cordeiro, que liderou a Associação Nacional das Farmácias entre 1981 e 2013, avançou com um processo em tribunal para impugnar a última assembleia geral de acionistas da Farminveste, empresa detida em 87% pela associação para contestar a decisão de não distribuir dividendos da Farminveste.

Diário de Notícias
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