Revista de imprensa. Fraudes no programa E-Lar e o aliciamento a médicos pelos centros de saúde privados
O Público escreve esta sexta-feira, 23 de janeiro, que os centros de saúde privados aliciam médicos com salários altos e dão bónus a quem referenciar colegas. "Concursos para as USF modelo C estão a decorrer e há várias empresas interessadas. Uma delas oferece prémio de mil euros em cartão a médicos que referenciarem colegas que assinem contrato", diz.
Referindo-se ao caso de tortura por parte de agentes da PSP na esquadra do rato, a ministra Maria Lúcia Amaral admite que cultura de violência juvenil contamina a PSP.
Este jornal diz ainda que há pelo menos cinco militantes do Chega entre os neonazis detidos, um deles é agente da PSP.
O Expresso, por seu lado, destaca que o deputado Miguel Arruda, então inscrito pelo Chega, esteve num almoço do Grupo 1143 de cara tapada. Isto ainda antes de ter sido apanhado a roubar malas no aeroporto.
O Jornal de Notícias avança que fraudes na troca de fogões e placas de gás levam Governo a mudar regras do programa E-Lar e destaca o caso de uma mulher que estava morta há dois anos em casa.
O Correio da Manhã dá destaque ao caso de uma mulher, agente imobiliária na zona da Lourinhã e filha da atriz Delfina Cruz, que está desaparecida. PJ investiga sequestro, diz o jornal.
No Diário de Notícias destaca-se que o novo sistema de gestão de listas de espera está pronto a avançar em mais hospitais e em junho no resto do país.
