A imprensa desta segunda-feira traz o resumo da festa espanhola após a conquista do campeonato de futebol, mas há mais para ler. No Público desta segunda-feira o destaque vai para o alojamento estudantil. Segundo este jornal, 60% dos projetos estão por concluir e só pouco mais de um quarto das camas está pronto, numa altura em que arrendar um quarto custa, em média, 423 euros. Neste jornal lê-se ainda que a demora leva doentes com cancro a morrer sem terem acesso a cuidados paliativos. Uma conclusão de um estudo que refere “atrasos em múltiplas etapas” no processo de referenciação para cuidados paliativos. O Observador escreve que a crise da água em Almada relança plano antigo de ligar Castelo de Bode à margem sul por conduta a passar numa ponte.O Jornal de Notícias diz que as unidades locais de proteção civil ganham terreno mas continuam sem mapa nacional que permita conhecer quantas unidades estão a funcionar.O Correio da Manhã destaca o fim do inquérito à morte do enfermeiro Paulo Rita, há dois anos, abalroado por um carro em contramão conduzido por um jovem quando seguia de mota. Segundo o jornal, o condutor, então com 21 anos, foi acusado, na semana passada, de um crime de homicídio por negligência, punível com prisão até três anos ou multa. No Diário de Notícias lê-se que Portugal é um dos quaro países do euro em que a inflação não abrandou..Leia aqui o DN desta segunda-feira, 20 de julho.O Negócios avança que Bruxelas pede medidas restritivas no Orçamento do Estado 2027. "Com Portugal em risco de furar os limites da despesa líquida, a Comissão Europeia quer que a proposta de OE inclua medidas restritivas. Sem efeito do fim do PRR e em políticas invariantes, Portugal está em contraciclo face ao recomendado", lê-se.O Eco traz uma entrevista ao antigo ministro das Finanças e membro português no Tribunal de Contas Europeu, João Leão, que diz: “Não vamos ficar com uma execução plena de 100%” no PRR.