Revista de imprensa. Família de vítima do elevador da Glória avança com ação a pedir um milhão de euros
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Família de vítima do elevador da Glória avança com ação a pedir um milhão de euros

Leia os destaques da imprensa desta quarta-feira, 3 de junho.
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Emm dia de greve geral, o Público escreve esta terça-feira que o Governo de Luís Montenegro enfrenta uma média de 2,5 pré-avisos de greve por dia. Mas o destaque deste jornal vai para a notícia de que a família de uma funcionária da Santa Casa que morreu no descarrilamento do Elevador da Glória pede um milhão de euros numa ação, intentada contra a Carris, a empresa de manutenção e a seguradora Fidelidade, que entrou segunda no tribunal.

O Jornal de Notícias avança que seguradoras travam fraudes de 87 milhões e detetam 13 mil acidentes falsos. SEgundo este diário, o ramo automóvem concentrou quase metade das indemnizações indevidas.

O Correio da Manhã dá conta de um caso em que um agente da PSP vigiava colegas mulheres durante o duche em casas da polícia em Lisboa. O jornal conta que os Serviços Sociais da PSP abriram um processo disciplinar a agente principal e que o oficial responsável abandonou funções após escândalo.

O Diário de Notícias diz que incerteza e cautelas travam reservas dos portugueses para as férias de verão.

Revista de imprensa. Família de vítima do elevador da Glória avança com ação a pedir um milhão de euros
Leia aqui a edição do DN desta quarta-feira, 3 de junho

O Negócios diz que o Fisco está impedido de cobrar IUC aos antigos donos. "Depois de o Constitucional se ter pronunciado a favor dos contribuintes, o Supremo Tribunal Administrativo vem agora arrepiar caminho e uniformizar jurisprudência no sentido de que, sendo possível provar quem é o verdadeiro dono do carro, é a este que compete pagar o imposto único de circulação", lê-se.

No Eco o destaque vai para a greve geral, a qual, diz o jornal online, aumenta desgaste do Governo e dificulta aprovação da reforma laboral. "Paralisação surge como novo obstáculo para o Executivo, que enfrenta dificuldades para aprovar as alterações ao Código do Trabalho. Mesmo se adesão for limitada 'pode criar ruído político'", diz

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