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Leia a revista de imprensa.Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Comissões no negócio da REN e multas não cobradas nos transportes públicos

Os destaques da imprensa portuguesa neste sábado, 19 de setembro.
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O Correio da Manhã avança este sábado que a operação de compra pelo Estado português da participação de 13,7% na REN - Redes Elétricas Nacionais admite a possibilidade de pagamento de comissões (acesso pago). É o que está no documento enviado pelo Governo ao Tribunal de Contas para obtenção do visto prévio para a operação, segundo o Correio da Manhã. O jornal diz que questionou o Ministério das Finanças e a Parpública sobre quem são "as entidades ou pessoas terceiras" a quem foram, ou serão, feitos pagamentos, mas que não obteve resposta.

A Parpública, a empresa que gere as participações do Estado, adquiriu a participação na REN à Pontegadea Inversiones, sociedade de investimento de Amancio Ortega, através de um financiamento da Entidade do Tesouro e Finanças de 392,57 milhões de euros. Segundo o documento, se o negócio ficasse fechado entre 389,82 milhões e 392,57 milhões de euros, o limite máximo, a parcela não utilizada do envelope financeiro seria afeta ao pagamento de custos diretamente associados à operação, incluindo "comissões".

As prioridades do Governo português na negociação do próximo orçamento da União Europeia são a coesão, as regiões ultraperiféricas e a competitividade, coloca em manchete o jornal Público nesta edição de sábado (acesso pago).

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avança o jornal, vai entrar em campanha para defender os envelopes financeiros da Coesão e da Política Agrícola Comum (PAC) dos cortes de “centenas de milhares de milhões” exigidos pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, para aprovar a proposta para o próximo orçamento comunitário a partir de 2028, de quase dois biliões de euros (milhões de milhões de euros).

O Jornal de Notícias avança que o Fisco deixa por cobrar "milhares de multas nos transportes" (acesso pago). Apesar do aumento das infrações, em 2025 apenas 23% das 115 mil pessoas multadas pagaram as coimas voluntariamente.

De acordo com o jornal com sede no Porto, os rela­tó­rios sobre o com­bate à fraude e eva­são fis­cais mos­tram que o número de pro­ces­sos de cobrança coer­civa instaurados pela Autoridade Tributária devido a pas­sa­gei­ros sem título válido nos transportes tem vindo a dimi­nuir: 30 687, no ano pas­sado, 53 511, em 2024, e 63 234, em 2023.

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