A goleada da seleção nacional contra o Usbequistão, na terça-feira, está em destaque na imprensa desta quarta-feira, com a imagem de Ronaldo.De resto, o Público conta que as Câmaras pedem ajuda urgente ao Governo para salvar obras do PRR. "Com o prazo a esgotar-se, câmaras municipais apelam à criação de fontes de financiamento para as obras que têm em curso. Castro Almeida apela a que façam 'o máximo possível' até Agosto", lê-se.O Jornal de Notícias diz que o militar que, em 2011, utilizou uma viatura da GNR para ir a uma discoteca, em Arcos de Valdevez, onde esteve durante mais de duas horas a consumir whisky e a dançar na pista, exibindo a arma de serviço, foi suspenso por 125 dias. A decisão foi recentemente validada pelo Tribunal Central Administrativo Norte (TCAN), que confirmou a sanção disciplinar aplicada pelo Comandante-Geral da Guarda. Fatos ocorreram há 14 anos.No Expresso lê-se que nenhuma das entidades que já se pronunciou sobre a Prestação Social Única apoia a proposta do Governo. Nos pareceres enviados ao Parlamento, alertam para riscos de estigmatização dos beneficiários, "criminalização da pobreza" e perda de proteção para pessoas com deficiência.A PSU també está em destaque no Observador, que explica os 13 apoios que o Governo quer juntar nesta prestação.O Correio da Manhã avança que a investigação ao caso Influencer pesca provas no processso Marquês. Procuradores pediram autos de busca à casa e ao gabinete de Vítor Escária. Ex-chefe de gabinete de António Costa em São Bento é suspeito de tráfico de influências.No Diário de Notícias, o destaque vai para o facto de o setor da restauração pedir apoios ao Estado para verão "em modo de sobrevivência..Leia aqui o DN desta quarta-feira, 24 de junho.O Negócios escreve que o preço médio das casa subiu 100 mil euros em cinco anos, ascendendo a 261 mil euros. "A pressão sobre os preços da habitação em Portugal continua sem dar tréguas e o primeiro trimestre deste ano registou uma subida homóloga de 17,8% no índice de preços. O número de transações, por seu turno, diminuiu", diz.O Eco, por seu lado, diz que empresas zombies continuam a prosperar na bolsa e na economia. "Estão mortas por todos os critérios financeiros mas continuam em bolsa, por vezes a registar espasmos alucinantes na cotação das ações", explica.