Revista de imprensa. Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões ao Estado e Fisco tem 10 mil milhões em dívidas que não consegue cobrar
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões ao Estado e Fisco tem 10 mil milhões em dívidas que não consegue cobrar

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 21 de julho.
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O caos na classificação dos exames nacionais continua a dominar a atualidade e faz manchete do Público desta terça-feira, que titula "Ministro fala em erros residuais mas milhares viram as notas recalculadas". Neste jornal, lê-se também sobre o caso que envolve o Ministro da Administração Interna, Luís Neves: especialistas questionam secretismo de contratos entre PJ e o empreiteiro.

O Expresso conta que associações de pais querem avançar com queixa à PGR por causa das "desigualdades" geradas com as classificações dos exames nacionais.

O Jornal de Notícias avança que o fisco tem dez mil milhões de euros em dívidas que não consegue cobrar. Segundo este jornal, o valor está a subir há uma década e bateu recorde no ano passado.

O Correio da Manhã conta que a justiça nega liberdade a "Rei Ghob", nome por que ficou conhecido Francisco Leitão, condenado pela morte de três jovens na Carqueja. Já terá pedido saídas precárias, mas estas ter-lhe-ão sido negadas, segundo o jornal.

No Diário de Notícias o destaque vai para a questão da habitação: Estado recorre à Deco para colmatar falta de meios na resposta do apoio à renda.

Revista de imprensa. Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões ao Estado e Fisco tem 10 mil milhões em dívidas que não consegue cobrar
Leia aqui o DN desta terça-feira, 21 de julho

O Negócios conta que a Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões de euros ao Estado na renegociação do contrato. "A concessionária tem estado a negociar com o Estado compensações em matérias como a ligação rodoviária ao novo aeroporto de Lisboa, a inclusão na classe 1 de SUV e de veículos elétricos ou as isenções de portagens na A2 e A6", explica o jornal.

O Eco lembra que a transição digital do IRS demorou mais de duas décadas, passando do papel ao atual modelo automático. Esta "evolução gradual contrasta com multiplicação de problemas na correção eletrónica dos exames", nota.

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