"Bombeiros às cegas no combate a fogos em lares, creches e hospitais", titula o Jornal de Notícias esta quinta-feira, 5 de março, em destaque na primeira página, explicando que os planos de emergência dos edifícios deixaram de estar acessíveis. Desde 2019, a tramitação dos processos de Medidas de Autoproteção, onde constam os planos de emergência dos edifícios, passou a ser feita apenas por via digital. A Proteção Civil diz que a partilha de informação pode violar dados pessoais.A guerra de palavras entre Frederico Varandas e André Villas-Boas após o clássico de terça-feira também tem destaque. Um assunto que também vem na primeira página do Correio da Manhã, jornal que destaca em manchete que o Governo mete travão na subida dos combustíveis. Em causa o facto de Luís ontenegro ter anunciado que aumentos acima de 10 cêntimos poderão ser compensados com desconto no ISP.Em dia de aniversário, o Público traz uma primeira página completamente diferente, que tem como diretor o arquiteto Eduado Souto de Moura e com desenhos de casas feitas por crianças. Uma edição com o tema da habitação como pano de fundo.O Diário de Notícias destaca que a justiça investiga agentes que viram vídeos de tortura policial e não reportaram. Em causa a detenção, na quarta-feira, de mais sete agentes ligados a este caso de tortura na esquadra do rato, em Lisboa..Leia aqui o DN desta quinta-feira, 5 de março.O Negócios diz que, como fez Espanha nas cheias de 2024, Portugal espera que parte da despesa de resposta ao recente “comboio de tempestades” não conte na vigilância orçamental ao país. Mas Comissão Europeia avisa que as regras só permitem dispensar custos “diretos” e “imediatos”.O Eco diz que a atribuição de pensões conjuntas da Segurança Social e da CGA está a demorar, neste momento, em torno de sete meses. Em entevista, Luís Farrajota, presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, garante que, até ao fim do primeiro semestre, tempo médio passará para "menos de metade".