Revista de imprensa. Bombeiros ameaçam cobrar pela retenção de macas e acusam INEM de mudar regras
FOTO: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Bombeiros ameaçam cobrar pela retenção de macas e acusam INEM de mudar regras

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 8 de janeiro.
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A morte de um homem no Seixal após uma espera de três horas pelos meios de socorro domina esta quinta-feira, 8 de janeiro, as capas dos jornais. O Público diz que os bombeiros voltam a admitir cobrar taxa aos hospitais por retenção de macas; o Diário de Notícias destaca que os bombeiros acusam o INEM de mudar as regras da triagem sem acordo prévio; o Jornal de Notícias diz que só há ambulâncias do INEM disponíveis para 340 mil pessoas; e o Correio da Manhã escreve que as macas nos hospitais deixaram os bombeiros sem meios.

O JN destaca ainda que o Norte mantém fundos europeus mas Alentejo sofre rombo em 2028. Região alentejana ficou mais rica e vai perder cerca de 700 milhões de euros, mas o enriquecimento foi artificial e resultou da criação de duas novas regiões em 2023, lê-se.

O DN traz ainda uma entrevista a Sara Fernandes, responsável pelo Centro Operacional de Segurança Informática da Assembleia da República, que diz que equilibrar segurança e transparência no Parlamento é essencial para garantir integridade democrática.

Revista de imprensa. Bombeiros ameaçam cobrar pela retenção de macas e acusam INEM de mudar regras
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 8 de janeiro

O Expresso diz que Portugal tem das piores crises de habitação da Europa e pergunta o que falta para baixar os preços das casas. Especialistas respondem e apontam a oferta como o principal problema.

O Observador avança que Gouveia e Melo não declarou rendimentos de AL numa propriedade sua porque é a ex-mulher que o explora. Insistiu em declarar rendimentos à saída das Forças Armadas, depois de o TC dizer que não era preciso.

O Negócios avança que vendas de casas sem título de utilização podem ser anuladas. "Na escritura de compra e venda de um prédio urbano deve passar a constar se o mesmo dispõe ou não de título urbanístico. E se, no futuro, tal não se comprovar, o negócio pode ser anulado, de acordo com uma alteração à lei proposta pelo Governo", explica, acrecentando que especialistas dizem que compradores ficam mais protegidos.

O Eco escreve que empresas já levantaram mais de 120 milhões de euros do Fundo de Compensação do Trabalho. Mais de metade desse valor serviu para formação dos trabalhadores. Em contraste, apoio à habitação dos trabalhadores tem sido o objetivo menos frequente.

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