Há 12 anos que não havia tantas avarias a imobilizar viaturas médicas do INEM, avança esta sexta-feira, 9 de janeiro, o Público. De acordo com este jornal, entre janeiro e novembro do ano passado, as VMER estiveram inoperacionais 9172 horas, o que representa uma taxa de inoperacionalidade de 2,6% face às mais de 352 mil horas que aquelas viaturas deveriam ter estado disponíveis, a pior percentagem dos últimos 12 anos.O debate da véspera também está em destaque, com o Público a dizer que as ambulâncias anunciadas por Luís Montenegro estão previstas desde 2023 e só chegam no verão.No Expresso destaque para decarações da ministra da Saúde, Ana Paula Martins: “Não pedi nem pedirei para sair”.O senanário dá ainda conta da dificuldade do PSD em mobilizar militantes para Marques Mendes.O Jornal de Notícias fala de uma rebelião de autarcas socialistas do Norte, que contraria acordo para liderar regiões. Diz que a eleição de Álvaro Santos para a presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), que parecia garantida por ter resultado de um acordo nacional entre PS e PSD, pode não ser certa. Segundo o jornal, há muitos autarcas, sobretudo socialistas, que não tencionam seguir o entendimento nacional.O Correio da Manhã destaca o facto de na véspera terem sido conhecidas mais duas mortes por atraso no socorro.No Diário de Notícias, o tema em destaque é que o MP volta a falhar entrega de provas para fase de instrução do Caso EDP..Leia aqui o DN desta sexta-feira, 9 de janeiro.O Nascer do Sol avança que o novo Código Deontológico Internacional, que deverá entrar e vigor daqui a seis meses, dá poder às minorias para censurarem museus.O Negócios diz que a Galp procura "ganhar escala" ibérica à boleis da Moeve. "Na exploração e produção de petróleo, a petrolífera tem já montada a estratégia. Fechado esse dossiê, nomeadamente após o acordo na Namíbia, vira-se para a Moeve para crescer na refinação, mas também na distribuição de combustíveis. Negócio, a acontecer, só no final do ano, ou já em 2027E, lê-se.