O Público fala esta quarta-feira, 7 de janeiro, da exposição da banca portuguesa ao mercado venezuelano, que assegura ser limitada. A Caixa Geral de Depósitos falou com autoridades para proteger escritório na Venezuela e o Abanca tem accionista venezuelano, mas não tem exposição direta.No Jornal de Notícias o destaque vai para o encerramento de restaurantes tradiconais, que deixa os empresários alarmados. Os estabelecimentos de comida portufuesa estão a dar lugar a cadeias de fast food e a espaços dentro de supermercados. O setor que baixar IVA para 6%.Este jornal avança ainda que dez mil clientes têm dívidas à Águas de Gaia.O Correio da Manhã destaca que o Ministério Público pede pena máxima para Fernando Valente e arrasa jurados. Procuradores recorrem para a Relação do Porto e tecem duras críticas ao acórdão que ditou a absolvição do empresário.No Diário de Notícias destacamos que o arranque das aulas se deu sem acordo entre Governo e profesores, antevendo-se um segundo período de protestos..Leia aqui o DN desta quarta-feira, 7 de janeiro.O Negócios escreve que seis meses depois, TAP ainda não tentou negociar com a Azul. Lembra que o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, mandatou o conselho de administração para negociar com a companhia aérea brasileira, pediu negociações para dirimir um diferendo de 177 milhões de euros, mas até agora não houve diálogo.O ECO avança que Investidor da Unbabel impugna venda da startup à TransPerfect. Fundo espanhol intentou uma ação de 12,75 milhões de euros na Justiça portuguesa contra a Unbabel e a TransPerfect, depois de consumado o negócio, que gerou "perda total" para muitos dos investidores.