O Ministério Público demora mais de três anos a tratar materiais apreendids em buscas, escreve esta quinta-feira o Público. O jornal teve acesso à inspeção ao principal departamento do MP, que deteta falta de oficiais de justiça, inadequação de equipamentos , além da demora das perícias.O Jornal de Notícias escreve que mais de metade das empresas soma atrasos no pagamento a fornecedores. "Maioria das empresas confronta-se com falta de liquidez e reconhece que salda dívidas tarde a fornecedores porque também recebe tarde, diz relatório da Intrum. Seis em cada dez empresas admitem mudar de atitude no futuro", lê-se.O Correio da Manhã destaca que, em cinco anos, morreram 328 doentes à espera de cirurgia cardíaca.O Diário de Notícias dá destaque à discussão da lei laboral, dizendo que a UGT não está confortável com a última versão da proposta e que a CGTP fala de inconstitucionalidades. Traz ainda o essencial da conferência "M&A - Consolidar para Crescer", organizada pelo Diário de Notícias (DN) e pela consultora PwC..Leia aqui o DN desta quinta-feira, 23 de abril.O Negócios diz que o fim das portagens nas Scut tira quase 90 milhões de receitas de portagem à IP. "A empresa registou uma queda de 29% das receitas com as portagem em 2025 pelo fim do pagamentos dessas taxas em autoestradas do Interior e Algarve. O recuo registado é, contudo, menos de metade do que o estimado pelo Governo", diz.Já o Eco enumera os pontos que podem levar a UGT a rejeitar um acordo na reforma laboral, enre eles o banco de horas por acordo entre trabalhador e empregador, a não reintegração após despedimentos ilícitos, a jornada contínua e o outsourcing após despedimentos coletivos.