O Público destaca esta quarta-feira, 11 de março, que o Governo desembolsa 15 milhões de euros para recuperar praias antes do Verão. Segundo a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, disse numa entrevista ao jornal e à Renascença que será publicada na quinta-feira, o mau tempo provocou estragos no litoral que obrigarão a 200 milhões de euros em obras para recuperar os danos, diz ministra do Ambiente. A Agência Portuguesa do Ambiente presenta esta quarta um relatório que faz um levantamento dos estragos.Este jornal fala ainda de uma crise política numa das três câmaras do Chega. O presidente da Câmara Municipal de São Vicente, na Madeira, a primeira conquistada pelo partido, retirou pelouros a Helena Freitas e Fábio Costa e defendeu que devem renunciar aos mandatos por terem chumbado proposta do executivo.O Jornal de Notícias destaca que os combustíveis voltam a subir e a gasolina terá o maior aumento. "Tendência de agravamento acontece apesar do alívio e da forte queda dos preços do petróleo e do gás natural após Donald Trump afirmar que conflito com Irão irá terminar 'muito em breve'", lê-se.O Correio da Manhã diz que disparam burlas com falsos acidentes, sendo os condutores idosos as principais vítimas. Segundo este jornal, em cinco anos, a PSP registou 853 queixas; já em 2025 foram mais 78% face ao ano anterior.. O Expresso escreve que foi o Presidente do Tribunal Constitucional, José João Abrantes, o relator do processo que envolve o primeiro-ministro e a Entidade para a Transparência e que decidiu não apreciar o recurso de Luís Montenegro que tentava evitar que a lista de clientes da Spinumviva fosse do conhecimento público.O Observador diz que a guerra no Irão volta a testar a máxima "O MAGA é Trump".. No Diário de Notícias o destaque vai para o arranque, já no dia 16, da primeira urgência centralizada de Obstetrícia em Loures mas só com reforço de engermeiros..Leia aqui o DN desta quarta-feira, 11 de março.No Negócios lê-se que a guerra no Irão ameaça ser novo golpe para o setor automóvel. "Num cenário em que o conflito no Irão se prolongue, as fabricantes automóveis poderão sofrer um novo golpe. O aviso é da canadiana DBRS e surge no mesmo dia em que o Grupo Volkswagen anunciou 50 mil despedimentos e a Renault apresentou uma nova estratégia", escreve.O Eco, por seu lado, destaca que a indústria antecipa impacto “gravoso” nos custos. Prolongar do conflito abre porta a despedimentos e fechos.