O ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante uma conferência de imprensa após uma reunião com as forças de segurança publica e rodoviária com o objetivo delinear e definir medidas de combate à sinistralidade rodoviária
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante uma conferência de imprensa após uma reunião com as forças de segurança publica e rodoviária com o objetivo delinear e definir medidas de combate à sinistralidade rodoviáriaRODRIGO ANTUNES/LUSA

Morreram 31 pessoas atropeladas no primeiro semestre. "Números particularmente graves" preocupam ministro

Aumento de 121% face ao mesmo semestre do ano passado.
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O ministro da Administração Interna mostrou-se esta quarta-feira (12 de agosto) preocupado com o elevado número de atropelamentos nas estradas portuguesas, que, no primeiro semestre deste ano, causaram 31 mortes, mais do que no mesmo período de 2025.

"Temos muitos atropelamentos. Há muita gente distraída, há muita incivilidade, quer por parte do condutor quer por parte de quem utiliza as estradas e, por isso, temos de facto números que são particularmente graves", afirmou Luís Neves, em conferência de imprensa no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, no final de uma reunião com altos responsáveis da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da GNR e da PSP.

Segundo dados disponibilizados pela tutela aos jornalistas, entre 01 de janeiro e 30 de junho de 2026, morreram na sequência de atropelamentos 31 pessoas, mais 17 (+121,4%) do que no período homólogo do ano passado, quando se registaram 14.

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