A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu esta quinta-feira, 8 de janeiro, dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.A IGAS refere em comunicados sobre os dois casos que os processos têm “como objeto a qualidade dos serviços prestados” aos utentes “na perspetiva da prontidão” e investigar os factos relativos às ocorrências.Esta quinta-feira, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos confirmou à Lusa que uma mulher que estava em paragem cardiorrespiratória morreu na quarta-feira na Quinta do Conde, em Sesimbra, após esperar mais de 40 minutos por socorro.O caso foi avançado pela Rádio Renascença e é o terceiro esta semana de alegado atraso no socorro, depois da morte de um homem no Seixal, que aguardou três horas por uma ambulância, e de um outro em Tavira, em Faro, que esteve mais de uma hora à espera de socorro..Idosa morre em Sesimbra após esperar 40 minutos por ambulância que veio de Carcavelos, a 35 km de distância. IGAS abre inquéritos.INEM e Liga de Bombeiros acordam reforço de meios com foco na margem sul de Lisboa.Homem de 68 anos morre em Tavira depois de mais de uma hora a aguardar socorro. INEM abre auditoria aos procedimentos