Os principais diários nacionais de hoje dão destaque ao jogo da seleção nacional esta noite, às 20 horas, no Mundial de Futebol, mas também há espaço para outras notícias. .Leia aqui o DN desta segunda-feira, 6 de julho.A despesa hospitalar em Portugal com tratamentos oncológicos mais do que triplicou nos últimos dez anos e representa mais de um terço da despesa total com medicação na área hospitalar, revela o jornal Público. Nos primeiros quatro meses do ano, a despesa dos hospitais com medicamentos foi de 915,1 milhões de euros, sendo que os gastos com medicamentos para o cancro somaram 320,1 milhões de euros, ou seja, 35% do total. Trata-se, segundo os relatórios divulgados de monitorização do mercado do Infarmed, de um aumento de 7,8% em relação aos mesmos meses de 2025, e de mais de 80,7 milhões de euros em relação ao montante até março deste ano.No Jornal de Negócios o destaque vai também para a saúde, com o jornal económico a avançar que as despesas com saúde representam 5% dos gastos das famílias portuguesas. O peso da saúde nos orçamentos das famílias é dos mais altos da União Europeia, avança o jornal, mas o dinheiro que sai diretamente do bolso dos agregados para cuidados de saúde desacelerou no ano passado, crescendo 4,4%, num mínimo de quatro anos. No Jornal de Notícias, o destaque vai para a disparidade salarial entre homens e mulheres, com as mulheres a ganharem menos 244 euros nas mesmas funções. Os dados são do mais recente barómetro das diferenças remuneratórias entre homens e mulheres da Direção-Geral de Coordenação e Planeamento, segundo o qual "o ganho médio mensal ilíquido das mulheres em Portugal era de 1439,9 euros em 2024, bem abaixo dos 1683,8 euros auferidos pelos homens, o que representa uma diferença salarial de género ( GPG) de 14,5%", escreve o jornal. No entanto, os dados também apontam para que uma redução da diferença nos últimos anos, sendo que as mulheres são penalizadas trabalharem em áreas de atividade mais ligadas à saúde e ao apoio social.O Correio da Manhã lembra o homicídio de três pessoas por Pedro Dias em outubro de 2016 em Aguiar da Beira. Pedro Dias matou o GNR Carlos Caetano, de 29 anos, Liliana Pinto, de 27 anos, e o marido, Luís Carlos, de 29. Foi condenado a 25 anos de prisão e a pagar meio milhão de euros às famílias das vítimas, mas estas não receberam nada escreve o Correio da Manhã. Houve outra vítima que sobreviveu, também GNR, António Ferreira, que tem uma bala alojada no corpo que o impede de regressar ao trabalho. .Técnicos do INEM e sindicato dos médicos criticam falta de meios, mais chamadas em espera e mais tempo até ao socorro