ULSAS suspendeu consulta d acesso ao aborto a 10 de agosto.
ULSAS suspendeu consulta d acesso ao aborto a 10 de agosto.Carlos Santos/Global Imagens

Acesso ao aborto. Inspeção da Saúde abre investigação ao Hospital Garcia de Orta

Hospital fechou a consulta de gravidez não desejada a 10 de agosto e remeteu as mulheres para unidade privada. IGAS esteve a acompanhar o processo e decidiu avançar com uma “ação inspetiva”. DN já tinha reportado deficiências de informação e violação de recomendações deste organismo e da Entidade Reguladora da Saúde.
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A Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) decidiu avançar com uma “ação inspetiva” ao Hospital Garcia de Orta no âmbito da suspensão da consulta de gravidez não desejada a 10 de agosto. Segundo foi confirmado ao DN pela própria IGAS, o processo de inspeção 104/2026-INS foi instaurado a 27 de agosto, por despacho do inspetor-geral, António Carapeto, após ter recebido, a 20 de agosto, “exposição relativa à organização dos cuidados prestados às mulheres que recorrem à interrupção voluntária da gravidez na área da Unidade Local de Saúde de Almada-Seixal, E.P.E”.

Segundo é referido pela IGAS, em três anos, de 2023 até este momento de 2026, instaurou cinco processos no âmbito da interrupção voluntária da gravidez a unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Ao longo do mês de agosto, o DN reportou deficiências de informação e de violação de recomendações por parte da ERS e da IGAS no âmbito da legislação de acesso ao aborto

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