Presidenciais. Urnas abriram às 8h00 para 218 mil eleitores votarem em antecipação
Este domingo, 11 de janeiro, as urnas para a eleição do próximo Presidente da República abrem às 8 horas para quem solicitou voto antecipado em mobilidade.
Até às 19 horas, os cerca de 218 mil eleitores que realizaram esse pedido podem exercer o seu direito de voto no município previamente escolhido.
Cada município do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira têm de disponibilizar pelo menos um mesa de voto.
De acordo com os dados enviados à Lusa pela Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) inscreveram-se, até às 23:59 de quinta-feira, 218.481 eleitores na modalidade de voto antecipado em mobilidade.
Os distritos com maior número de inscritos são Lisboa (67.168), Porto (35.016), Setúbal (18.276), Braga (11.882), Aveiro (11.368) e Coimbra (11.003).
Na impossibilidade de votar antecipadamente em mobilidade, apesar de pedido, o eleitor pode exercer o seu voto no dia da eleição, 18 de janeiro, na secção onde se encontra recenseado.
Os doentes internados e os presos votaram, entre 5 e 8 de janeiro, para as presidenciais, como estabelecido nas regras de voto antecipado.
Segundo a SGMAI, estavam inscritos para votar antecipadamente 684 doentes e 2762 reclusos.
As eleições presidenciais de 18 de janeiro são as mais disputadas de sempre.
Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), João Cotrim de Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira são os candidatos.
Caso nenhum candidato tenha maioria absoluta, realiza-se uma segunda volta a 8 de fevereiro, à qual só podem concorrer os dois mais votados.
O vencedor das eleições irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o mandato em março.
