Os quatro arguidos detidos na Operação Lúmen, que investiga alegados crimes económicos em contratos para a instalação de luzes de Natal, foram libertados neste domingo, ficando a conhecer na terça-feira as medidas de coação, indicou fonte judicial.“Os quatro arguidos foram colocados em liberdade porque o Ministério Público (MP) promoveu medidas de coação não privativas da liberdade. Nesse sentido, o juiz de instrução criminal entendeu libertá-los. Regressam na terça-feira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto para conhecerem as medidas de coação”, explicou a fonte à agência Lusa.A mesma fonte adiantou que o MP promoveu, no caso do secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, que é um dos arguidos neste processo, a suspensão de funções, assim como a proibição de se deslocar às instalações da autarquia, ou de contactar com os trabalhadores do município e restantes arguidos no processo.A Polícia Judiciária deteve na terça-feira quatro pessoas suspeitas dos crimes de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas..Secretário-geral da CM Lisboa é um dos detidos por suspeitas de corrupção em contratos de iluminações de Natal.Iluminações de Natal: Carlos Moedas abre inquérito à Secretaria-Geral da Câmara de Lisboa