O a proposta de lei do Governo para rever o Código do Trabalho é esta setxa-feira, 19 de junho, votada no Parlamento, no entanto, antes dos trabalhos começarem, o líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, apresentou um requerimento para que a sessão fosse adiada por 30 minutos. Só Livre, PCP e BE se opuseram a este adiamento dos trabalhos.De acordo com o Observador, o líder do Chega, André Ventura, enviou uma mensagem já depois da meia-noite aos deputados a confirmar que ainda não havia acordo entre o Chega e o Governo sobre a matéria, confirmando que o partido não ira "vergar-se" perante Luís Montenegro perante a falta de consenso em "matérias essenciais".De acordo com a mensagem de Ventura, que o Observador publicou na íntegra, "o Governo aceitou muitas propostas, mas não cedeu em matérias essenciais, desde o outsourcing (e o despedimento) até à idade da reforma". Esta última medida ficou até de fora da proposta que o Chega avançou esta semana para rever a lei laboral, apesar de ter sido apresentada antes por André Ventura como uma linha vermelha da qual o partido não abdicaria para viabilizar a proposta do Governo."O processo negocial continuará nas próximas horas e durante a manhã" desta sexta-feira, esclarece o líder do Chega na mensagem, acrescentando que, "caso se mantenha esta postura, o Chega não vergará independentemente das posições e manter-se-á firme nos seus valores".Os trabalhos recomeçam às 13 horas.Em atualização. .André Ventura anuncia voto contra reforma laboral caso a proposta do Governo fique como está.Em dia de greve geral, Parlamento agenda discussão sobre pacote laboral para 18 de junho.“Não convém ao Chega”, mas Montenegro recebe Ventura para mais uma ronda da lei laboral