Câmara de Lisboa integra reclusos na higiene urbana e espaços verdes
A Câmara de Lisboa vai conceder um apoio financeiro de 261.187 euros à associação O Companheiro, destinados a um programa em que reclusos em regime aberto e ex-reclusos serão integrados na execução de tarefas de apoio à higiene urbana e aos espaços verdes na cidade.
A medida consta de um conjunto de propostas de reforço de apoios sociais da autarquia que devem ser aprovadas na reunião do executivo de Carlos Moedas que decorre nesta quarta-feira, com o pacote a implicar um total de 4,3 milhões de euros ao longo da execução.
A maior fatia desse montante destina-se à abertura de um concurso público para transporte escolar no ano letivo de 2026-2027, renovável para o ano seguinte, com um preço-base de 3,1 milhões de euros.
Outras demonstrações de que, como diz Carlos Moedas, "a sensibilidade social continuará a ser uma imagem de marca" da gestão autárquica na capital incluem um contrato-programa com a Associação dos Albergues Noturnos de Lisboa, destinado aos sem-abrigo, e um contrato-programa com a Ares do Pinhal - Associação de Recuperação de Toxicodependentes, num investimento de 344.132 euros num centro de alojamento com acompanhamento técnico especializado nas área da saúde mental e dos comportamentos aditivos. Soma-se a isto outro apoio, de 73.876 euros, a apartamentos de transição.
No que toca aos refugiados, o executivo camarário deve viabilizar a abertura de um concurso para atribuir apoio financeiro, que pode atingir 395.400 euros até 2027, para acompanhamento e integração de beneficiários de proteção internacional.
Também será votada uma proposta, posteriormente submetida à Assembleia Municipal de Lisboa, para delegar competências nas juntas de freguesia para apoio logístico, financeiro e administrativo destinado às Comissões de Proteção de Crianças e Jovnes na capital, ennvolvendo um pacote financeiro de 1,1 milhões de euros até 2027

