António José Seguro
António José SeguroGerardo Santos

Seguro defende que "valorizar a República é valorizar os professores"

"Ensinar é muito mais do que transmitir conhecimento", lembra o Presidente da República, quando se assinala o Dia Mundial dos Professores. "Não há República sem escolas", sublinha.
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O Presidente da República assinalou esta segunda-feira, 5 de outubro, com uma mensagem escrita, o Dia Mundial dos Professores, defendendo que a sua valorização é essencial para a República.

"Valorizar os nossos professores é valorizar a nossa própria República", defendeu António José Seguro.

"Sem os professores, não haveria o país que hoje conhecemos, nem aquele que queremos construir. Não há República sem escolas. Não há escola sem professores valorizados. Valorizar os professores é cuidar do futuro da nossa República", reforça o chefe de Estado.

Esta mensagem foi divulgada hoje de manhã, antes do início da cerimónia comemorativa da Implantação da República, que está marcada para as 10:30, na Praça do Município, em Lisboa.

No Dia Mundial dos Professores, o Presidente da República dirige "uma saudação especial às professoras e aos professores" que ensinam nas escolas de todo o país e que ensinam a língua portuguesa no estrangeiro.

"Celebramos hoje a nossa República, o nosso país, Portugal. República é sinónimo de igualdade, sinónimo de que todos contam por igual. A escola é onde essa promessa de igualdade de tratamento ganha rosto. No rosto de uma professora, de um professor", lê-se na nota.

António José Seguro argumenta que "ensinar é muito mais do que transmitir conhecimento" e elogia o papel dos professores, que "incentivam quando a dúvida se instala" e que "sabem abrir horizontes a quem nasceu com menos oportunidades".

"Por isso, valorizar os nossos professores é valorizar a nossa própria República. Cada vez que um professor muda o destino de um de nós, a igualdade deixa de ser uma promessa e torna-se realidade", defende.

"Aqueles que em 05 de outubro de 1910 nos deram futuro também sabiam que a liberdade e a igualdade só poderiam vingar em Portugal por meio da vontade comum de transformar o país através da escola. Hoje Portugal reafirma que o seu futuro passa pela escola e pelos seus professores. Sabemos que há sempre adversidades a ultrapassar na escola e no ensino, mas sabemos também que muito devemos aos professores", acrescenta.

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