Marcelo Rebelo de Sousa apelou ao voto nas Presidenciais 2026.
Marcelo Rebelo de Sousa apelou ao voto nas Presidenciais 2026.FOTO: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Marcelo apela à ida às urnas: “Votar chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro”

Na sua última comunicação, o Presidente da República deixou uma palavra a todas as pessoas que viram as suas vidas afetadas pelas tempestades. "Nascemos para resistirmos até vencermos", sublinhou.
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"Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia", estas foram as frases fortes da comunicação ao país deste sábado, 7 de fevereiro, do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para apelar ao voto nas eleições presidenciais que se realizam este domingo.

Numa comunicação transmitida em direto nas televisões a partir do Palácio de Belém, em Lisboa, Marcelo fez a sua mensagem aos portugueses no exercício do cargo que ocupa desde 2016, dirigiu-se especificamente às "centenas de milhares" de pessoas afetadas pelas tempestades.

“Falo para todos, em especial para aqueles que perderam familiares, ficaram sem casa ou perderam lojas, oficinas, ficaram dias e noites sem água, luz e telefone, os que viram florestas vergarem, os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis, os que desanimaram, tiveram medo, se sentiram isolados e desesperados”, começou por dizer.

No momento de apelar ao voto no seu sucessor, que será António José Seguro ou André Ventura, Marcelo Rebelo de Sousa enalteceu a “resistência, coragem e determinação” daqueles que estão no terreno desde a primeira hora e vincou que este domingo será "como votar há cinco anos em pandemia", “sem vacinas, com hospitais a transbordarem e mortes a subirem”.

"Somos assim há 900 anos e por isso somos das pátrias mais antigas da Europa e do mundo. Nascemos para resistirmos e resistirmos até vencermos. Somos um país de lutadores”, sublinhou, deixando depois a certeza de que ir votar para as Presidenciais 2026 “chama-se vencer a calamidade e refazer o futuro”. “Votar amanhã chama-se liberdade, democracia e chama-se, acima de tudo, Portugal”, concluiu.

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