Tancos. Jerónimo salvaguarda posição do Presidente da República

O líder do PCP comentou as notícias de hoje sobre Tancos e a Presidência da República no final de uma visita a uma exploração de cogumelos no Alto Minho (Arcos de Valdevez)

"Não tenho qualquer razão para suspeitar" da palavra do Presidente da República.

Foi assim que, esta manhã, em Arcos de Valdevez (distrito de Viana do Castelo), o líder do PCP comentou as garantias dados ontem à noite por Marcelo Rebelo de Sousa de que nada soube previamente sobre a encenação em torno da descoberta das armas roubadas em Tancos.

"Vale a palavra do Presidente", afirmou, recordando que tem sido o próprio Marcelo a insistir na necessidade de apuramentos dos factos. "Faça-se esse apuramento", pediu Jerónimo de Sousa.

O líder comunista usou porém apenas um lacónico "pois..." quando lhe perguntaram se de facto Marcelo não encaixa no perfil que um major da Polícia Judiciária Militar (PJM) terá feito dele numa conversa telefónica interceptada pela investigação criminal ("papagaio mor do reino"). "Vamos apurar os factos".

A visita de Jerónimo de Sousa aquela exploração de cogumelos visou realçar a importância para o PCP de se aumentar a produção agrícola nacional.

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