85% dos socialistas preferem Marcelo e PS no limiar da maioria absoluta

A sondagem TSF/JN mostra que entre os eleitores do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa recolhe 65% de preferências.

A maioria dos eleitores socialistas concorda com o apoio do partido a uma recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa a Presidente da República, segundo uma sondagem TSF/JN que coloca o PS no limiar da maioria absoluta.

De acordo com o estudo da Pitagórica para a TSF e o JN, realizado poucos dias depois de o primeiro-ministro e líder do PS, António Costa, ter antecipado a vitória de Marcelo Rebelo de Sousa nas presidenciais de janeiro, 85% dos inquiridos que afirmaram ter votado nos socialistas consideraram que o partido deveria apoiar uma recandidatura do atual chefe de Estado. Só 15% dos inquiridos que assumiram ter votado no PS manifestaram preferência por um candidato próprio.

Questionados se "o PS deve apoiar a recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa", 71% dos inquiridos responderam positivamente, sendo que Marcelo recolhe mais apoios entre os eleitores de esquerda do que nos da sua área política, o centro-direita e a direita.

Sondagem dá ao PS 44,8% nas eleições legislativas

Nos eleitores do PSD, o partido que liderou, Marcelo recolhe 65% de preferências, no campo "outros"(que inclui os eleitores do Chega e da Iniciativa Liberal) regista 62% e entre os eleitores do CDS-PP alcança 57%.

Na sondagem, 88% dos entrevistados dão nota positiva ao atual chefe de Estado, contra 12% que fazem uma avaliação negativa do seu atual mandato.

Quanto à projeção do voto em eleições legislativas, a sondagem dá ao PS 44,8%, ou seja, o limiar da maioria absoluta, subindo 3 pontos percentuais (p.p.) e alcançando o valor mais alto dos estudos da Pitagórica nos últimos 12 meses.

O PSD obtém 24,1% e o Chega surge no terceiro lugar do 'ranking' dos partidos, com 6,4%, à frente do BE (6,1%), da CDU (5,8%), PAN (3,3%), CDS-PP (2,8%), e Iniciativa Liberal (1,6%).

A sondagem foi realizada pela Pitagórica entre os dias 16 e 24 de maio através da recolha de 808 entrevistas telefónicas a que corresponde uma margem de erro máxima de +/- 3,53 % para um nível de confiança de 95,5%.

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