Máscara não será obrigatória para "uso da palavra" na Assembleia da República

A conferência de líderes parlamentares decidiu esta quarta-feira que não será obrigatória a utilização de máscara de proteção individual no "uso da palavra" no plenário ou em comissões da Assembleia da República.

Na segunda-feira, um despacho do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, determinou que, devido à covid-19, não será permitida a entrada, circulação ou permanência nas instalações do parlamento "a quem não usar máscara social ou cirúrgica devidamente colocada (podendo esta ser substituída por viseira)", aplicando-se a todos: deputados, membros do Governo, funcionários e qualquer cidadão que queira entrar no edifício.

"Mas em conferência de líderes foi decidido que o uso se máscara não é obrigatório para o uso da palavra no plenário ou nas comissões, para o restante funcionamento [da Assembleia da República] é obrigatório", informou esta quarta-feira a porta-voz deste órgão, a deputada socialista Maria da Luz Rosinha, no final da reunião.

A conferência de líderes decidiu ainda que, na próxima semana, os vários partidos irão apresentar propostas e decidir como irá o parlamento regressar a um "funcionamento quase normal, com a presença de praticamente todos os deputados".

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