Polícias continuam sem perder remuneração em caso de isolamento obrigatório

Não há "perda de qualquer remuneração nem de tempo de serviço" para os elementos das forças e serviços de segurança que tenham de ficar "em confinamento obrigatório", devido ao perigo de contágio pelo novo coronavírus.

Os polícias que tenham de ficar em isolamento obrigatório, num hospital ou em casa, devido ao perigo de contágio pelo SARS-CoV-2, vão continuar sem perder qualquer remuneração ou tempo de serviço.

Um despacho publicado esta sexta-feira em Diário da República, assinado pelos ministros da Administração Interna e Modernização do Estado e da Administração Pública, mantêm em vigor a determinação dada aos elementos das forças e serviços de segurança a 3 de abril.

Segundo o despacho, "não se verifica a perda de qualquer remuneração nem de tempo de serviço, em moldes idênticos ao período de férias", para os elementos das forças e serviços de segurança que tenham de ficar "em confinamento obrigatório", devido ao perigo de contágio pelo novo coronavírus.

O Governo justifica esta decisão por ainda persistir "a necessidade de acautelar a realidade que impende sobre os elementos das forças e serviços de segurança, o risco acrescido da sua missão e a estrutura das suas remunerações".

Os últimos dados oficiais indicam que em Portugal morreram 1.455 pessoas das 33.592 confirmadas como infetadas e que há 20.323 casos recuperados.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 387 mil mortos e infetou mais de 6,5 milhões de pessoas em todo o mundo. Mais de 2,8 milhões de doentes foram considerados curados.

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