Greve dos professores às avaliações continua, mas agora só convocada pelo STOP

O Sindicato de Todos os Professores (STOP) convocou a greve que dura até dia 31 de julho

A greve dos professores às avaliações prossegue esta segunda-feira, até dia 31 de julho, mas agora apenas convocada pelo Sindicato de Todos os Professores (STOP), depois de a plataforma de dez estruturas sindicais ter encerrado a sua paralisação na sexta-feira.

Segundo o dirigente deste sindicato, André Pestana, são já mais de 100 escolas que manifestaram disponibilidade para dar continuidade à greve, ainda que de forma parcial, concentrada apenas nos conselhos de turma de alguns anos de escolaridade.

Entre 18 de junho e sexta-feira decorreu uma greve às avaliações convocada por uma plataforma de dez estruturas sindicais, entre as quais as duas federações (Fenprof e FNE)

Desde junho que decorrem greves às avaliações de final de ano. O STOP entregou um pré-aviso para paralisar as reuniões a partir de 4 de junho, conseguindo efeitos sobre as primeiras avaliações finais, que incidem nos alunos em anos de exames nacionais e provas finais.

Entre 18 de junho e sexta-feira decorreu também uma greve às avaliações convocada por uma plataforma de dez estruturas sindicais, entre as quais as duas federações (Fenprof e FNE).

Milhares de conselhos de turma -- reuniões de avaliação final para atribuição de notas -- estão ainda por realizar

Pelo meio, na primeira semana de julho, os professores foram obrigados a dar cumprimento aos serviços mínimos decretados por um colégio arbitral, para garantir que os alunos em anos de exame teriam as notas internas afixadas antes das datas de divulgação dos resultados das provas.

A contagem de todo o tempo de serviço congelado para efeitos de progressão na carreira é a reivindicação que está na base das greves

Milhares de conselhos de turma -- reuniões de avaliação final para atribuição de notas -- estão ainda por realizar.

A contagem de todo o tempo de serviço congelado para efeitos de progressão na carreira é a reivindicação que está na base das greves.

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