O ministro das Finanças considerou que a proposta de Orçamento do Estado para 2025, entregue esta quinta-feira, procura responder aos problemas das pessoas, baixando impostos e reforçando rendimentos, e, por isso, é boa para o país.."É um orçamento bom para o país, para as famílias, para as pessoas, um orçamento que procura resolver os problemas das pessoas", afirmou o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em conferência de imprensa, em Lisboa, após a entrega no parlamento da proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025)..O governante salientou que o documento prevê a descida de impostos, o reforço de rendimentos, a valorização da administração pública e a aposta na execução do Plano de Recuperação e resiliência (PRR)..Miranda Sarmento pede responsabilidade aos partidos na votação na especialidade.O ministro das Finanças apelou para que os partidos da oposição mostrem responsabilidade na viabilização do Orçamento do Estado para 2025 e também na discussão e votação do documento na especialidade.."O que se pede à oposição é responsabilidade na viabilização do Orçamento do Estado e depois responsabilidade na discussão e votação na especialidade", afirmou o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em conferência de imprensa sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2025, em Lisboa, após a entrega do documento no parlamento..Miranda Sarmento realçou que o país se comprometeu, no diálogo técnico com a Comissão Europeia, com um superavit de 0,3% no próximo ano.."O secretário-geral do PS, depois da última reunião com o primeiro-ministro, [...] disse que estava comprometido com o saldo orçamental que o Governo pretendia no próximo ano e com um superavit de 0,3", apontou o ministro das Finanças..O governante pediu que os "partidos sejam responsáveis na discussão na especialidade e não alterem o objetivo do país de ter superavit 0,3 no próximo ano", porque "isso é fundamental para cumprir as regras europeias e continuar a reduzir a dívida pública".."País não está em condições de ter superavits muito elevados".O ministro das Finanças defende que o país não está em condições de ter excedentes muito elevados, na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025).."O país não está neste momento em condições, quer do ponto de vista dos serviços públicos ou da carga fiscal ou da execução do Plano de Recuperação e Resiliência, não está em condições de ter 'superavits' [excedente orçamental] muito elevados", argumenta Joaquim Miranda Sarmento..As previsões do Governo são de um excedente de 0,4% este ano e 0,3% no próximo..O responsável pela pasta das Finanças diz estarem "bastante confortáveis se a economia continuar a crescer em torno de 2%", para ter este tipo de saldos orçamentais..Miranda Sarmento destaca ainda o impacto do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), apontando que "na componente de empréstimos representa 0,5% do PIB [Produto Interno Bruto] da despesa".."Quando olhamos para 'superavit' de 0,3%, se não tivéssemos componente de empréstimos do PRR, que vai permitir conjunto de infraestruturas e investimento, teríamos 'superavit' superior", salienta..O Governo entregou hoje no parlamento a proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), que prevê que a economia cresça 1,8% em 2024 e 2,1% em 2025..Segundo o documento, o Governo prevê um excedente de 0,4% este ano e de 0,3% no próximo..Governo em diálogo preliminar com interessados não se compromete com data para privatização da TAP.O ministro das Finanças disse que o Governo está em diálogo preliminar com os três grupos aéreos que manifestaram interesse na compra da TAP, mas não se comprometeu com uma data para a privatização.."Estamos em diálogo com as três companhias áreas [Lufthansa, Air France-KLM e IAG] que mostraram interesse na privatização da companhia, este é um diálogo preliminar, estamos a analisar a pretensão de cada uma destas companhias", adiantou o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em conferência de imprensa, em Lisboa, após a entrega no parlamento da proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025)..O governante foi questionado sobre a privatização da TAP, uma vez que a companhia aérea não é referida na proposta orçamental para o próximo ano..O ministro das Finanças disse não poder comprometer-se com qualquer data para a conclusão do processo de privatização..Miranda Sarmento reiterou que o Governo tem dois objetivos para a venda da companhia de bandeira, que são a manutenção do 'hub' (plataforma de distribuição de voos) de Lisboa e o desenvolvimento da TAP em termos de rotas, e o segundo é tentar recuperar a médio ou longo prazo parte do dinheiro que o Estado injetou na recuperação da companhia aérea..Objetivos são reformar a economia e recuperar e relançar o país com responsabilidade orçamental.O ministro das Finanças disse que a proposta de Orçamento do Estado para 2025 tem como objetivos recuperar o país, reformar a economia e relançar o país, com responsabilidade orçamental.."Este é um orçamento com três objetivos: recuperar o país, reformar a economia, relançar Portugal, sempre com responsabilidade orçamental", garantiu o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em conferência de imprensa, em Lisboa, após a entrega no parlamento da proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025)..A primeira votação da proposta orçamental, na generalidade, está agendada para 31 de outubro..Segue-se o chamado debate na especialidade, nas comissões parlamentares, onde os ministros vão apresentar o orçamento das suas áreas, e o processo termina com a votação final global, em 29 de novembro..Com a atual composição do parlamento, onde PSD e CDS não têm maioria absoluta, o OE2025 pode ser aprovado, à esquerda, com a abstenção do PS ou, à direita, com os votos dos 50 deputados do Chega. Luís Montenegro não deu sinais, até agora, de um entendimento à direita.